Rioforte

Zeinal Bava diz que não sabia de investimento em dívida do BES

O ex-CEO da Oi, Zeinal Bava, disse não ter conhecimento dos investimentos da Portugal Telecom, de quase 900 milhões de euros em papéis comerciais da Rioforte, empresa falida do Grupo Espírito Santo. Antes de assumir a presidência da Oi, Zeinal Bava dirigia a PT. No ano passado, a Rioforte não cumpriu com o compromisso de

Assembleia-geral da PT SGPS pode vir a ser adiada

As buscas feitas na sede da PT SGPS já estão a levantar ondas na empresa. As ações da PT SGPS já caíram mais de 20 por cento, atingindo um novo mínimo histórico e a assembleia de acionistas pode já não vir a acontecer a 12 de janeiro. Ao início da noite de ontem, já as

Oi confirma acordo para venda de ativos portugueses

A Oi confirmou ontem ter feito um acordo para venda dos ativos da Portugal Telecom ao grupo europeu Altice por 7,4 mil milhões de euros. Mas em um trabalho alargado, a Reuters esclarece que a transação que marcará o fim abrupto da fusão das duas empresas ainda precisa ser aceite por acionistas do grupo nacional. A companhia brasileira

Oi avança com auditoria à compra de dívida da Rioforte

A Oi anunciou, nas páginas centrais do Expresso, que pretende realizar “uma auditoria contabilística e jurídica para rever todos os factos que envolvem a aplicação financeira realizada na Rioforte”. Trata-se da reacção da telefónica brasileira à espera de mais de um mês por esclarecimentos da PT. Otávio Azevedo e Fernando Portella, os dois representantes da

Rioforte sem moralismos: da Oi a Granadeiro, quem são os vencedores e os vencidos

Os financeiros em geral e os presidentes executivos em particular não gozam do luxo da moral para justificar atos. Os melhores entre eles são os que reagem mais depressa às mudanças e delas tiram partido pessoal ou para as suas empresas. Os outros são os que perdem. A moral é privilégio da assistência. Nesta altura,

Rioforte não paga mas fusão mantém-se firme

O Conselho Administrativo da Portugal Telecom já contava que a Rioforte, uma unidade do Grupo Espírito Santo, não cumprisse  com o prazo para o pagamento de 847 milhões de euros, uma parcela dos 897 milhões de euros emprestados pela operadora portuguesa à sociedade de investimentos do GES. Contudo, a fusão da PT com a operadora brasileira