SHIFT2FUTURE: a nova rota do IAPMEI para a digitalização

Negócios

Após a avaliação do projeto piloto, concluiu-se que os principais objetivos das empresas com a adoção da i4.0 se prendem com o aumento da receita e da eficiência.

O projeto SHIFT2FUTURE do IAPMEI vem dar continuidade a diversas iniciativas com a finalidade de promover o conhecimento do tecido empresarial sobre a nova realidade industrial, indústria 4.0 (i4.0), e de acelerar a transição digital.

Este projeto envolve empresas dos setores de moldes e plásticos; pedra; cerâmica e vidro; têxteis e calçado; automóvel e aeronáutica; IT e IoT; agro-alimentar e turismo, tendo como principal objetivo apoiar e acelerar a transição das PME para a economia 4.0.

Esta transição far-se-á através de um conjunto de ações que visam capacitar os empresários com conhecimento e ferramentas úteis, que lhes permitam enfrentar e ultrapassar os novos desafios da digitalização.

O Shift2future surge na sequência do Shift to 4.0, uma ferramenta de autodiagnóstico que, de uma forma simples e automática, permite às empresas, de qualquer setor, dimensão ou localização, avaliar o seu estado de maturidade digital.

Esta ferramenta já foi usada por mais de 400 empresas, “esperando-se um crescimento significativo nos próximos 2 anos”, refere o IAPMEI. Após avaliação do projeto piloto, concluiu-se que os principais objetivos das empresas com a adoção da i4.0 se prendem com o aumento da receita e da eficiência.

A maioria das empresas do estudo “conhece” o conceito i4.0, mas o aprofundar do conhecimento, revelou-se uma necessidade e a sensibilização permanente para a i4.0 é um fator crítico para a transformação da economia.

Desenvolvida pelo ISQ e promovida pelo IAPMEI, a conceção da SHIFT to 4.0 teve por base o inquérito criado pelo IW Consult da Cologne Institute for Economic Research e pela FIR da RWTH da Universidade de Aachen, tendo sido adaptado à realidade portuguesa pelo ISQ.

O novo programa Shift2future será desenvolvido numa parceria entre o IAPMEI, o ISQ, a Universidade de Aveiro, o CTCV e a TecMinho.

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