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Os Estados Unidos estão a preparar o julgamento dos executivos de topo do Megaupload, em que estes se consideravam piratas modernos e admitiram ganhar dinheiro com a partilha de cópias ilegais de filmes e vídeos.

ff_kimdotcom2_large1Os representantes do governo norte-americano apresentaram um relatório de 191 páginas onde descrevem o caso contra o Megaupload. As investigações já tinham sido iniciadas pelo FBI há quase quatro anos e, no ano passado, uma operação levou ao encerramento do serviço e à prisão do fundador Kim Dotcom.

Atualmente, os seis executivos e Kim Dotcom encontram-se na Nova Zelândia e recusam a extradição para os Estados Unidos, pelo que poderá ser feito um julgamento em ausência. O advogado Ira P. Rothken será o representante no julgamento.

De acordo com este advogado, Dotcom não pode ser acusado de partilha ilegal de ficheiros, pois tal partilha era feita pelos utilizadores em violação dos termos de utilização do site. Assim, Rothken entende que o fundador do serviço não poderá ser responsabilizado.

A acusação conta com excertos de conversas mantidas pelo Skype entre os executivos de topo. “Não fazem ideia de que estamos a lucrar milhões todos os meses”, refere um dos administradores citados nos documentos.

O Megaupload lucrou mais de 25 milhões de dólares em receitas de publicidade, ou seja, 18,3 milhões de euros, e mais de 150 milhões de dólares em assinaturas premium, o que corresponde a 109,5 milhões de euros.

Segundo o advogado, “o Departamento de Justiça está a pôr os interesses de Hollywood à frente dos interesses dos utilizadores de serviços baseados na cloud”.