Business Transformation Summit debateu importância da aceleração num mundo digital

Inovação

O Business Transformation Summit realizou-se nos passados dias 30 e 31 de outubro e recebeu mais de 600 pessoas que encheram os armazéns L e XL da Lx Factory, em Lisboa, às quais se juntaram outras centenas de participantes “virtuais” que acompanharam o evento vialivestreaming.

Pelo 4º ano consecutivo, o evento foi organizado pela CEGOC – empresa especializada em transformação do desenvolvimento das pessoas nas organizações.

Inspirado no tema “Acceleration”, o evento deu as boas-vindas aos participantes e a alguns oradores no dia 30 de outubro com uma Business Transformation House Warming Party, que decorreu no rooftop da Lx Factory, entre as 17:30h e as 20:30h. A festa contou com a presença e atuações ao vivo da DJ Sofia Gião e do pianista João Ventura, que proporcionaram aos presentes um fim de dia muito especial que promoveu momentos de descontração, animação e networking.

No dia 31 de outubro, os participantes foram recebidos na Lx Factory com um Opening and Business Acceleration Warm Up Challenge composto por números circenses, performances de acrobacias aéreas e momentos de dança.

Lx Factory: “o lugar onde o passado, o presente, mas também o futuro dos negócios se transforma e reinventa a cada dia.”

Ricardo Martins, diretor-geral da CEGOC, foi o primeiro a subir ao palco, pouco depois das 9:00h. No seu discurso de abertura começou por explicar à audiência que a Lx Factory é agora a nova ‘casa’ do Business Transformation Summit, por ser o espaço que melhor representa o conceito da transformação. Nascida em 1846 como Companhia de Fiação e Tecidos Lisbonense, o complexo fabril foi nos anos subsequentes ocupado pela Companhia Industrial de Portugal e Colónias e pelas tipografias Anuário Comercial de Portugal e Gráfica Mirandela. Esquecida durante décadas, esta zona de Alcântara foi recentemente devolvida à cidade sob a forma de Lx Factory.

A antiga fábrica onde hoje se aceleram novas e audazes ideias de negócio é para Ricardo Martins a escolha óbvia para estabelecer o Business Transformation Summit nas suas futuras edições, por ser “o lugar onde o passado, o presente, mas também o futuro dos negócios se transforma e reinventa a cada dia”.

O diretor-geral da CEGOC focou ainda o tema que inspirou a edição deste ano – “Acceleration”, um tema que desafia “tanto startups como empresas fundadas no século passado, dado que todas as organizações se encontram hoje na mesma encruzilhada da aceleração e da disrupção digital à escala global, uma realidade que nos obrigada a abraçar uma mudança de paradigma pautada pela ascensão de novas tecnologias, o reposicionamento do papel do ser humano, a reinvenção dos modelos de liderança e da própria forma de gerir pessoas e negócios.” 

“Não precisamos de encontrar uma grande ideia. Basta encontrarmos uma ideia pequena que possa ser tornada grande.”

Às 9:30h, foi a vez de receber no palco Jeremy Gutsche com o tema “Better and Faster – The Proven Path to Unstoppable Ideas”, um dos keynote speakers mais requisitados do momento e autor dos bestsellers “Better and Faster” e “Exploiting Chaos”. Gutsche aprofundou o tema que deu mote ao seu primeiro livro e explicou à audiência como podemos aproveitar esta “era das oportunidades” que vivemos atualmente através de algumas das técnicas utilizadas para acelerar a estratégia de inovação e os resultados de empresas tão globais e disruptivas como Netflix, Starbucks, Intel, Victoria Secret, IBM ou Red Bull.

O Fundador e CEO da TrendHunter.com – o observatório de tendências Nº1 no mundo, partilhou ainda alguns dados biográficos do seu pai com os presentes, em jeito de homenagem. Sig Gutsche (1949-2013) foi a figura empreendedora mais inspiradora na vida de Jeremy e foi com ele que o orador canadiano aprendeu as principais lições sobre a inovação: ser insaciável, esforçar-se, agir mais depressa e não desistir. É a partir destas características que se dá a fórmula secreta para o sucesso, que consiste em trabalhar arduamente + nunca descurar as oportunidades, que “surgem a qualquer momento e em qualquer lugar, nesta era de caos e aceleração”, referiu Gutshe.

Conhecido pela sua irreverência, energia e dinamismo em palco, Jeremy Gutsche revelou que enquanto criança tinha um ritual com o seu pai: costumavam consultar a secção de ‘inovações’ publicada nos jornais e revistas – Jeremy possuía até um ‘caderno vermelho de invenções’ onde tomava nota das suas ideias de negócio, muitas delas uma realidade nos nossos dias (máquina de fazer pão, sistema de controlo remoto para lâmpadas, uma ventoinha com humidificador, entre outras).

Embora tenha perdido o caderno aos 10 anos de idade, um dos dias mais tristes da sua infância, confessou, Jeremy ‘recuperou’ a ideia do seu caderno de invenções para aquele que é hoje o Observatório de tendências Nº 1 do mundo – a TrendHunter.com, uma plataforma que nasceu em 2005 (antes do surgimento do Youtube ou do Facebook) onde milhares de pessoas insaciavelmente curiosas partilham as suas ideias e testam a aceitação e a atratividade de cada uma das ideias junto de milhares, em alguns casos, centenas de milhares de pessoas conhecidas como ‘caçadores’ de tendências. A eficácia na geração de resultados comprovados faz da TrendHunter.com um verdadeiro “motor global de ideias” que já contribuiu para 10000 pesquisas e workshops em todo o mundo.

Jeremy terminou o seu keynote speech dizendo que assistimos à melhor época para ser criativos e para acelerarmos ideias, porque a verdade é que somos capazes de muito mais do que aquilo que achamos.“Cada um de nós tem de pensar no seu papel e no papel da sua equipa, tem de aprender a dizer SIM em vez do confortável NÃO. Tem de canalizar os instintos de caçador – ser curioso, insaciável e com vontade de destruir… tem de ser revolucionário”.

 Entre as 11:15h e as 12:30h, decorreram em simultâneo quatro Acceleration Workshops – dois dos quais no mesmo auditório, e em simultâneo, uma experiência inovadora e verdadeiramente ‘Beyond the Knowledge’ que juntou Jack Korsten e Gary T. Judd em palco.

Jack Korsten, especialista em estratégia e aceleração de negócios e autor do bestseller “De Groeispiraal”, discorreu sobre “Business Strategy and Growth Acceleration” no seu Acceleration Workshop, onde os participantes aprenderam a importância de explorar o imperativo do crescimento acelerado para cada negócio e de desenvolver a sua própria Espiral de Crescimento, através de 8 passos fáceis e práticos de implementar para construírem a sua própria Organização 7 Estrelas. “Uma organização 7 Estrelas é uma organização atrativa, que cresce rapidamente, que é bem-sucedida e desenhada à prova do futuro”, referiu Jack, que possui uma vasta experiência nas áreas de formação, coaching e consultoria e trabalhou em mais de 25 países junto de empresas como L’Oreal, WWF, Endemol ou Fidelidade.

Gary T. Judd, Practice Leader na FranklinCovey e especialista global no desenvolvimento de culturas movidas pela Velocidade da Confiança, liderou o Acceleration Workshop “The SPEED of TRUST: The One Thing That Changes Everything”. “A confiança é a nova moeda de troca do mundo moderno, cada vez mais conectado, interdependente e colaborativo”, referiu Gary, acrescentando que a confiança é um ativo que impacta diretamente dois resultados mensuráveis nas organizações: a velocidade e o custo. “Quando há muita confiança, a comunicação, a criatividade e o envolvimento melhoram. A produtividade aumenta e os custos diminuem, tendo em conta que a atenção é redirecionada para os objetivos e não para os medos e a frustração. Equipas e organizações que operam com altos níveis de confiança superam significativamente as equipas e organizações com baixos níveis de confiança.”

Através da aplicação dos princípios estabelecidos por Stephen M. R. Covey no seu bestseller “The Speed of Trust”, Gary já ajudou a desenvolver e a catapultar a liderança de numerosas organizações que integram a lista Fortune 500 e onde se incluem Disney Company, Marriott Corporation e Shell Oil.

Sophie Devonshire, autora do bestseller “Superfast: Lead at Speed” e especialista em aceleração de negócios, explorou no seu Acceleration Workshop o tema “Superfast: How to Set the Pace and Lead in a World of Speed”. Sophie debateu a importância de cada empresa desenvolver o seu próprio ritmo para sobreviver e prosperar neste mundo movido a alta velocidade. “O mundo está a mudar rapidamente e os negócios estão a acelerar a um ritmo exponencial. À medida que a tecnologia impulsiona a disrupção e a expectativa de que tudo precisa ser mais rápido, surgem mais oportunidades… e também mais pressão sobre todos nós”, revelou Sophie, que já ajudou na aceleração do crescimento de inúmeras startups e empresas globais, incluindo a Farfetch, Procter & Gamble, Interbrand, Leo Brunett e Coca-Cola.

Maria João Ceitil, HR Consulting Coordinator na CEGOC, e Bruno Horta Soares, Leading Executive Advisor na IDC Portugal, lideraram em conjunto o Acceleration Workshop “How Agile is your HR?”.​ Bruno Horta Soares começou por explicar como a terceira plataforma digital e os aceleradores de inovação estão a mudar fundamentalmente o conceito de trabalho e a forma como ele é feito, referindo que “no futuro, assistiremos a uma transformação do conceito de local de trabalho (combinando espaços físicos com virtuais) a uma crescente cultura de colaboração e a uma cada vez maior adoção de soluções potenciadas por inteligência artificial que irão fomentar a cooperação entre homens e máquinas”.

Maria João Ceitil, partilhou com os presentes que “no mundo acelerado e cada vez mais exigente que vivemos, a agilidade torna-se uma competência não apenas necessária, como absolutamente crítica para a sobrevivência das organizações e para o sucesso individual”, explicando de seguida qual a definição de Agile: “Uma nova forma de pensar e de agir, que significa não só fazer as coisas de forma mais rápida, como evitar o desperdício de fazer mais do que o necessário”. Depois de vários momentos de interação, seguiram-se vários exercícios em equipa, nos quais foi possível os participantes explorarem os 4 valores do Manifesto Agile (Transparência, Adaptabilidade, Simplicidade e União) e responderem a desafios concretos em forma de “Sprints” ao nível de Gestão de Performance, Recrutamento, Formação e Desenvolvimento, Carreira e Recompensas.

Depois de um almoço leve e saudável e de um momento de Re-Opening and Business Acceleration Energising Challenge, que incluiu acrobacias aéreas verticais e equilibrismo numa estrutura em forma de cubo, em alusão ao logotipo da CEGOC, foi tempo de receber Zoltan Istvan em palco.

“O transumanismo vai ser o próximo grande movimento social.”

Entre as 14:00h e as 15:15h, decorreu o keynote speech “Superhuman – How Converging Transhumanist Technologies will Change everything”, através do qual o transumanista Zoltan Istvan antecipou como é que o ser humano poderá evoluir nas próximas décadas, com recurso a inovações científicas e tecnológicas que prometem “fintar” a morte e elevar a condição humana para uma dimensão “super-humana”.

O antigo jornalista do National Geographic Channel referiu que o transumanismo junta dezenas de milhares de defensores em todo o mundo e que este movimento tem como objetivo Nº1 combater as doenças, o sofrimento, a velhice e a própria morte. Como? Através de “uma revolução no campo da medicina” onde seja possível substituir roboticamente membros amputados (cyborgs), reprogramar o código do ADN através de edição genética, preservar o corpo humano através do processo criónico, utilizar fatos com tecnologia exoesquelética ou trocar o coração por uma máquina – dado que as doenças cardíacas são a causa de morte Nº 1 no mundo e custam ao governo norte-americano “cerca de 3,4 mil milhões de dólares que poderiam ser poupados com um coração artificial”.

“Acredite no futuro e ele o levará até lá. Mas mais importante do que isso, nunca o subestime.”

Deficiências como a cegueira ou a surdez passam a ser limitações do passado à luz do transumanismo, referiu Zoltan Istvan, graças ao implante de órgãos biónicos ou ao biohacking, que ajudam a monitorizar tarefas ou a executar novas tarefas que antes não eram possíveis ao corpo humano. Também o mind uploading e a capacidade de controlar dispositivos e máquinas através do cérebro pode ser uma realidade muito próxima, acrescentou Zoltan, citando o exemplo de empresas como a Neuralink (fundada por Elon Musk), que pretende criar um género de sistema de download e upload de pensamentos entre o cérebro humano e um computador, capaz de no futuro nos permitir realizar todas as funções que um telemóvel faz hoje em dia apenas com a mente.

Istvan, que é orador convidado de organizações como o Fórum Económico Mundial, Banco Mundial e Universidade de Harvard, terminou o seu keynote speech referindo que “Realidade virtual e outras realidades, robôs, drones, impressoras 3D e projeções holográficas vão estar por toda a parte”, acrescentando que a fusão homem máquina que está na base do transumanismo pode ser “a única forma de nos tornarmos mais inteligentes e mais competitivos do que as máquinas, porque a verdade é que no futuro podemos ter máquinas centenas de vezes mais inteligentes do que os seres humanos”.

 A última sessão do Business Transformation Summit, “Demystifying Unicorns – What it takes to become one while shaping the future”, contou com Rodrigo Coutinho, Co-fundador e Head of Insights da OutSystems, e Marco Costa, General Manager EMEA da Talkdesk. O painel, que teve ainda as presenças e a moderação de Sophie Devonshire, Ricardo Martins, Diretor Geral da CEGOC, Gabriel Coimbra, Vice Presidente e Country Manager da IDC, e Zoltan Istvan, partilhou o percurso e as histórias por detrás do sucesso dos unicórnios – “conceito mitológico pela primeira vez utilizado em 2013 por Aileen Lee, fundadora da Cowboy Ventures, e aplicado hoje a empresas ‘mágicas’ que, desafiando os modelos de negócio tradicionais, conseguem atingir avaliações superiores a mil milhões de dólares em tempo record”, recordou Ricardo Martins.

“O poder da pausa”

Numa introdução inspirada no seu bestseller “Superfast: Lead at Speed”, Sophie ofereceu uma série de ideias, metodologias e ferramentas práticas baseadas em pesquisas e entrevistas realizadas a mais de 100 líderes de organizações globais de diferentes tamanhos e setores – como a Google, Deliveroo, Alibaba, Farfetch, Unilever, Procter & Gamble, entre outras – que souberam acelerar a performance e potenciar os seus negócios de forma ágil e consciente num mundo volátil e imprevisível, onde escasseia o “tempo para pensar”.

Sophie Devonshire referiu a importância de “estimular o debate sobre a liderança responsável e responsiva, no contexto de aceleração em que vivemos”. No entanto, para lidar com esta realidade “super-rápida” de uma forma consciente, sustentável e sem cair na “exaustão”, “não se trata apenas de saber como agir rapidamente, trata-se antes de saber como utilizar o tempo da forma mais inteligente e eficaz possível – desacelerar e fazer pausa quando é necessário para ponderar/tomar as decisões mais acertadas e voltar a acelerar de acordo com um plano de aceleração adaptado a cada negócio e organização”.

“O estatuto de unicórnio permitiu-nos seguir em frente com a nossa visão”

Rodrigo Coutinho começou por apresentar a OutSystems, o unicórnio português fundado em 2001 que é líder no mercado do desenvolvimento de aplicações móveis e web (low code), referindo que as suas origens estão também relacionadas com a “necessidade de aceleração, já que a área do software era conhecida pelo seu desenvolvimento lento e por ultrapassar os budgets”. Ao contrário do código tradicional, o low codeutilizado na OutSystems é rápido, visual e fácil de aprender, o que permite à empresa ser uma plataforma de low-code líder, segundo a Gartner, com uma “pegada global” que se traduz na presença em 52 países, 245 parceiros globais, uma comunidade global constituída por 22 mil membros e atuação junto de 22 indústrias diferentes, onde se destacam marcas como Coca Cola, Zurich, Intel, Toyota, Mercedes-Benza ou Airbus.

Em jeito de conclusão, Rodrigo lembrou que quando a OutSystems começou contava apenas com 5 pessoas e hoje são mais de mil colaboradores. No entanto, “a cultura de startup mantém-se na OutSystems, o que nos deixa muito felizes – continuamos a querer que todos tenham uma palavra a dizer e que questionem o status quo”, e é por isso que possuem um manual, “The Small Book of the Few Big Rules”,”para que todos compreendam qual é o espírito e como é trabalhar na OutSystems”, rematou.

 “O customer service não se trata apenas de ganhar mais ou menos dólares, trata-se da sobrevivência das empresas”Marco Costa, atualmente responsável por liderar as operações da Talkdesk na Europa, incluindo o centro de engenharia, expansão de vendas e negócios na EMEA, começou por apresentar a Talkdesk – o unicórnio português especializado no desenvolvimento de soluções de software para call centers baseadas em cloud. Marco referiu que embora no início se pensasse “que os contact centers iam acabar por morrer com a ascensão da Internet”, isso não aconteceu, pelo contrário, “assistimos ao surgimento de cada vez mais contact centers por causa dos e-commerces” e porque os clientes estão cada vez mais exigentes, pois “quando têm algum problema ou dúvida não querem ser atendidos por um bot, querem que exista alguém do outro lado que os faça sentir especiais e que resolva o seu problema”.

Para finalizar, Marco Costa referiu-se ao estatuto de unicórnio da Talkdesk para sublinhar a importância do investimento na área da Investigation & Development, dizendo que “sermos unicórnios significa que somos mais rápidos do que os demais a fazer as coisas, mas também significa que se deixarmos de o ser, alguém pode tomar o nosso lugar”.  De acrescentar que a Talkdesk integra a prestigiada lista Forbes Cloud 100 e ultrapassa os 1800 clientes em mais de 75 países, que incluem marcas como Canon, Accenture, Bayer, Galp, Sysco, Farfecht, Airbnb ou Sonae.

A encerrar o Business Transformation Summit de 2019, todos os presentes foram convidados para umaBusiness Transformation Summ…set Party, onde a informalidade e o netwoking deram o mote para momentos de diversão e aceleração, novamente proporcionados pela DJ Sofia Gião.

Business Transformation Summit 2020 vai debater o tema “Greatness”

A edição de 2019 foi para Ricardo Martins, Diretor Geral da CEGOC, “um evento de amplo sucesso e absolutamente compensador, que contou com uma audiência altamente interessada, que bebeu as palavras de alguns dos principais especialistas em aceleração em contexto de disrupção digital – tema cada vez maior importância no ecossistema empresarial. E isso deixa-nos orgulhosos e confiantes para a próxima edição, que já tem tema: “Greatness”. Em 2020 vamos mostrar como se passa da eficácia para a grandeza. O objetivo é fazer a capacitação da grandeza em grande escala nas organizações em Portugal, não só ponto de vista organizacional e das empresas, mas também do ponto de vista das pessoas”.

De referir ainda que o Business Transformation Summit 2020 acontece a 8 de outubro com o tema “Greatness” e já conta com a confirmação de Kory Kogon, FranklinCovey’s Global Productivity Practice Leader e Managing Director of the FranklinCovey All Access Pass™ Passholder Services.

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