Red Hat Forum EMEA online e com holofotes apontados à cloud

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A Red Hat promete superar as expectativas do mercado tecnológico com o Fórum “mais aberto e acessível” de sempre. Em modo online e sem limites para a inovação, a cloud e a transformação digital estarão em evidência.

A Red Hat organiza no próximo dia 3 de novembro a edição de 2020 do seu Fórum anual, que nesta edição se converte numa experiência virtual imersiva, mantendo a preocupação de localizar a experiência para cada um dos mercados visados, com conteúdos locais específicos. Os momentos de networking também estão previstos.

O evento arranca com duas keynotes, a primeira às 8h30, hora de Lisboa, conduzidas pelo vice-presidente sénior e diretor-geral da Red Hat na região, Werner Knoblich, seguido por Martin Häring, vice-presidente de marketing. A maior parte das restantes sessões estão distribuídas por países ou zonas geográficas. Portugal e Espanha partilham uma agenda ibérica, que tem início às 10h00.

Uma das apostas fortes desta agenda vão ser as histórias de sucesso das empresas que escolheram o software da Red Hat para acelerar processos de transformação digital e modernizar a sua infraestrutura tecnológica. Dar a conhecer as tecnologias mais recentes da marca e as tendências que as envolvem serão outros pontos fortes dos debates.

O que há para ver e ouvir na agenda para Portugal

Automatizar, integrar, otimizar, desenvolver aplicações nativas para cloud ou em ambientes de cloud híbrida e fazer tudo isto com um nível robusto de segurança são desafios que hoje se colocam às empresas todos os dias.

É precisamente para estas preocupações que a Red Hat vai direcionar a agenda do seu evento, com um foco particular em tecnologias como o Kubernetes e o OpenShift, a Ansible Platform, ou as tecnologias de analítica preditiva integradas no Red Hat Insights.

Este último tema servirá aliás de mote para a apresentação de Sérgio Seabra (11h30). O senior solutions architect da Red Hat vai mostrar como é possível tirar partido desta tecnologia para otimizar e acelerar o IT da empresa.

Nas sessões para Portugal e Espanha será ainda possível ver e ouvir Andrés Valero e Mario Vázquez, OpenShift specialist solution architect e engenheiro de software sénior da Red Hat, que vão falar nos desafios à gestão de múltiplos clusters. Noutra apresentação, Ramón Gordillo e Miguel Colino, senior solution architect e principal product manager da empresa, vão mostrar como potenciar a virtualização em ambientes dominados por containers.

Automatizar e otimizar TI com tecnologia Red Hat: como e porquê?

O OpenShift, que ganhou a versão mais recente em julho (4.5), estará em destaque nestes debates. A plataforma de gestão e orquestração de containers da Red Hat assume hoje uma posição destacada no mercado, a refletir a aposta pioneira da empresa no Kubernetes e na criação da sua própria distribuição da tecnologia, a primeira ao nível empresarial.

A versão serviu para reinventar o OpenShift, que nos últimos anos capitalizou o investimento alimentando a arquitetura de microsserviços em que assenta, com um leque cada vez mais abrangente de recursos para gerir e migrar aplicações de cloud híbrida ou multicloud.

Hoje posiciona-se como uma plataforma capaz de gerir todo o ciclo de vida de uma aplicação baseada em containers, automatizando tarefas operacionais de rotina e padronizando ambientes.

As novidades mais recentes, lançadas este ano no universo OpenShift mostram isso mesmo. Entre elas estão o OpenShift Virtualization e o Red Hat Advanced Cluster Management for Kubernetes, que estarão agora em foco no Red Hat Forum.

A Ansible Automation Platform é outra estrela da constelação Red Hat. Reúne um conjunto alargado de ferramentas para criar e gerir sistemas de automação, que podem ser aplicados às atividades rotineiras das equipas de desenvolvimento, diminuindo o tempo, os recursos e o investimento necessário para as realizar. Está talhada para agilizar processos que em ambientes cloud dificilmente poderiam ser geridos de forma manual e este ano também já recebeu uma atualização, lançada no final do primeiro semestre.

A tecnologia será outro dos fios condutores do evento, com espaço garantido nas sessões que dão voz aos clientes e a projetos no terreno, ou em apresentações como a de Moisés Rivera, solution architect and team leader da Red Hat, que vai falar sobre o acesso e automação de inventários dinâmicos.

Networking em modo digital

Mas nem só de debates a Red Hat quer que se faça o Fórum. Mesmo em versão digital, a interação entre participantes (clientes e parceiros) e especialistas da tecnológica está prevista e já se sabe que durante o evento um chat geral e chats locais estarão ativos e vão fomentar esses contactos. Mas a Red Hat promete mais iniciativas.

Para a versão digital do Red Hat Forum migra também um espaço de exposição e demos interativos, num evento que a marca especialista em software empresarial open source apresenta como o “mais aberto e acessível” de sempre.

As inscrições para o encontro já estão a decorrer. Quem estiver inscrito tem acesso livre a todas as sessões para as diversas geografias e pode acompanhá-las em direto ou on-demand, após o evento.

Na agenda ibérica há ainda espaço para ver e ouvir Julia Bernal, country manager para Portugal e Espanha da Red Hat, que dá o pontapé de saída nesta agenda local, acompanhada pelos representantes de dois clientes da marca: o Santander e a Seur.

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