Zon e Optimus fundem-se

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A fusão entre as operadoras de telecomunicações ZON e Optimus foi aprovada pela Autoridade da Concorrência. Tal como já havia sido anunciado, a aprovação da fusão pelo regulador impõe diversas obrigações, que recaem, sobretudo, sobre a Optimus, que terá não só de abrir a sua rede de fibra ótica a terceiros, como terá de dar

A fusão entre as operadoras de telecomunicações ZON e Optimus foi aprovada pela Autoridade da Concorrência.

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Tal como já havia sido anunciado, a aprovação da fusão pelo regulador impõe diversas obrigações, que recaem, sobretudo, sobre a Optimus, que terá não só de abrir a sua rede de fibra ótica a terceiros, como terá de dar a opção de compra à Vodafone, relativamente às infraestruturas que ambas construíram em conjunto. Foi imposta, ainda, a prorrogação do prazo do contrato de partilha recíproca de rede com a Vodafone e a abertura em termos não discriminatórios, desta mesma rede grossista de fibra a outros operadores, por um período mínimo de cinco anos. A Optimus terá ainda, entre outras obrigações, de assegurar que, durante um período de seis meses, não cobrará aos seus clientes de triple play (TV, voz, internet) o pagamento por cláusulas de fidelização, em caso de desligamento.

Estão, portanto, ultrapassados os obstáculos à operação que vai juntar um operador de cabo, a ZON, e uma operadora móvel, a Optimus, nascendo, assim, uma empresa de telecomunicações com uma quota de mercado de 27% e um volume de negócios de 1,6 mil milhões de euros. Contudo, falta ainda marcar uma assembleia-geral eletiva, na qual será aprovada a fusão e fechado o processo, com a eleição dos corpos sociais.

Aprovada a fusão, a nova empresa passará a ser controlada por uma holding que se chamará Zopt, um veículo detido em partes iguais por Isabel dos Santos e pela Sonaecom.

 


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