Win 2014 promove os testes de software

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Évora foi hoje palco de um debate acerca de testes de software, onde foi dado especial enfoque ao seu impacto no crescimento dos negócios e, consequentemente, das empresas. A região recebeu, então, o terceiro e último evento Win 2014, um conjunto de apresentações realizados pela WinTrust, em parceria com a HP e com a Associação

Évora foi hoje palco de um debate acerca de testes de software, onde foi dado especial enfoque ao seu impacto no crescimento dos negócios e, consequentemente, das empresas. A região recebeu, então, o terceiro e último evento Win 2014, um conjunto de apresentações realizados pela WinTrust, em parceria com a HP e com a Associação Portuguesa de Testes de Software (PSTQB).

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No âmbito do Win 2014 foram equacionados os múltiplos desafios que as empresas e os respetivos negócios enfrentam no que concerne às suas infraestruturas informáticas e aos problemas que lhes são inerentes e as suas consequências para os negócios.

Filipe Nuno Carlos, director-geral da empresa de oito anos WinTrust, especializada no campo dos testes de software, asseverou que os impactos dos programas nos negócios estão intrinsecamente associados ao setor comercial em que a empresa opera, destacando que quanto mais expressiva for a sua dependência dos sistemas informáticos, maiores e mais nefastas incontornavelmente serão as consequências que advirão de eventuais falhas programáticas.

Desta forma, uma maior dependência dos sistemas de informação terá que, inevitavelmente, espelhar um investimento diretamente proporcional no aprimoramento informático.

Cada vez mais observamos uma crescente necessidade para uma homogeneização dos programas informáticos, dos softwares, para que assim a intercomunicação estabelecida entre os diversos sistemas seja executada devidamente, sem perdas de informação, sem incompatibilidades e colapsos. A esta exigência alia-se uma outra premência: os negócios devem apostar em softwares com performances que se enquadrem nas suas áreas de atuação.

Desenhado este cenário, afigura-se, assim, como necessário evitar problemas com os sistemas informáticos. Isto é somente exequível mediante um eficaz e escrupuloso escrutínio das infraestruturas e dos programas nelas integrados, avaliando, assim, os potenciais riscos que poderão colocar em xeque a saúde do negócio.

Esta avaliação deverá ser conduzida da melhor forma, ou seja, recorrendo a testes de software que visem destacar os defeitos comportados pelos programas e que deverão ser prontamente alvo de correções.

Filipe Carlos advogou que a melhor maneira de se efetuarem, devida e eficazmente, estes testes é através do recurso a equipas independentes de testers, cujo (pressuposto) objetivismo deverá constituir-se como uma ferramenta de elevada relevância no teste dos processos operacionais e das interligações entre os demais sistemas.

Com efeito, e como declarou o co-fundador da WinTrust, a má qualidade de um teste resultará certamente na conservação de um software imperfeito e, consequentemente, corrosivo para o negócio.

Podemos, então, afirmar que, nos últimos tempos, as infraestruturas informáticas, e os próprios segmentos de TI, têm adquirido uma posição prioritária nos ecossistemas empresariais, e cada vez mais se torna impossível refutar que são uma ferramenta crucial para o crescimento e sucesso de qualquer empresa contemporânea.


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