Conheça três das startups nacionais que estiveram no Web Summit [com vídeo]

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A B!T Magazine esteve à conversa com três das 22 startups portuguesas presentes no Web Summit 2016.

No total eram 22 as startups nacionais com representação na edição deste ano do Web Summit, realizada em Lisboa . A B!T conversou com a Unbabel, a Datasonar e a Doinn e dá agora a conhecer os projetos de cada uma delas.

Para saber mais sobre estas três stratups portuguesas assista ao vídeo.

 

A Unbabel é uma plataforma de tradução que combina tecnologia como machine translation com uma comunidade de 50 mil editores espalhados pelo mundo que corrigem os erros da tradução automatizada. O segredo desta stratup é a velocidade de tradução. Por exemplo, João Graça, representante da empresa, garante que a tradução de um e-mail que passa por duas pessoas está disponível em 20 minutos. Esta startup de Lisboa já trabalha com empresas como a Microsoft e a Amazon. A presença no Web Summit teve como objetivo a angariação de mais clientes e visibilidade.

A Datasonar começou em 2014 mas a empresa só foi fundada em 2015. O produto desta stratup consiste numa base de dados para grandes volumes de dados. A partir do momento que os dados entram na plataforma Datasonar são geradas imediatamente informações estatísticas e analíticas sobre esses dados. Para além disso, a Datasonar tem um motor para análise de dados em tempo real que permite a aplicação de uma serie de regras de negócio e algoritmos na área de machine learning para áreas como a condução autónoma e a deteção de doenças.

A Doinn começou há dois atrás quando os dois fundadores da empresa fizeram uma viagem à volta do mundo com os seus filhos e ficaram em apartamento Airbnb. Foi com essa experiência que detectaram que existia uma grande lacuna no mercado de alojamento local a nível de limpeza e lavandaria. A Doinn surgiu como uma plataforma online que liga apartamentos de alojamento local com fornecedores de serviços de hotelaria como limpeza, lavandaria, check-in e check-out. Tem como investidor a Portugal Ventures e, no momento do Web Summit, não estavam à procura de investimento mas sim de ampliar o networking e a troca de ideias.


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