Vision-Box apresenta nova plataforma ‘Orquestra’ em Colónia

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A Vision-Box vai apresentar na próxima semana a plataforma “Orquestra”, dedicada à gestão do fluxo automático dos passageiros nos aeroportos com serviço end-to-end. A solução será revelada na Passenger Terminal Expo, que decorre entre 15 e 17 de março em Colónia, Alemanha.

Uma das novidades é a apresentação da aplicação para passageiros AppyFlow, que oferece uma interface móvel e pessoal para a experiência autónoma no aeroporto. A Vision-Box vai falar da implementação bem sucedida do seu sistema de autenticação biométrica para passageiros, que tornou o controlo no aeroporto Queen Beatrix, em Aruba, totalmente self-service. Este sistema, Aruba Happy Flowfoi instalado no aeroporto no ano passado; entretanto a empresa portuguesa instalou controlos biométricos em Viracopos, São Paulo. “Orquestra” é a nova plataforma que permite gerir todo este processo do fluxo de passageiros, incluindo a app para smartphones.

Segundo o CEO da Vision-Box, Miguel Leitmann, a plataforma é a única que junta todos os interessados e permite desenvolver inteligência de negócio, ajudando a lidar com o aumento do tráfego de passageiros. “Os aeroportos têm de se tornar digitais”, sublinha. “O que é preciso expandir não é o espaço físico nem os recursos, é a inteligência. E para isso é preciso uma orquestração poderosa.”

Entra aqui a Orquestra, que unifica a gestão dos pontos de contacto com os passageiros e é virada para a utilização por aeroportos, companhias aéreas e governos. Integra a gestão dos passageiros, a infraestrutura de segurança e privacidade e capacidades de analítica.

Como funciona

À medida que o passageiro avança nos vários pontos de controlo do aeroporto, é usado um sistema biométrico como token único de autenticação, que ativa as transações em cada ponto. “Por exemplo, a informação transacional nos fluxos de passageiros ajuda os aeroportos a planearem as operações, compreenderem as tendências e anteciparem eventos, tal como a congestão e sazonalidade dos fluxos”, explica a empresa. “Aprender mais sobre os passageiros, fluxos, tempo de permanência, tendências e comportamentos desvenda uma mina de oportunidades para os parceiros de retalho, e como tal também para os aeroportos e companhias aéreas através de programas de milhas”, conclui. O token biométrico pode ser usado, por exemplo, para que os passageiros acedam a lounges ou paguem as suas compras.

Na apresentação em Colónia estará presente também o CEO da autoridade do aeroporto de Aruba, James Fazio, para apresentar o sistema pioneiro que está em operação.

“A transformação digital do aeroporto vai muito além de pequenas experiências tecnológicas que não conseguem, no longo prazo, atingir os objetivos dos stakeholders nem para os passageiros, em especial”, afirma Miguel Leitmann. “A Orquestra oferece o ponto de vista holístico que a indústria tem procurado, gerindo pontos de contacto biométricos e autónomos para atingir um processo de passageiros simplificado, acedendo a um mundo de segurança, eficiência e benefícios comerciais para aqueles que querem oferece um valor de serviço superior ao passageiro.”


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