Uber promete novos empregos na Europa

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O diretor executivo do polémico Uber prometeu criar novos empregos nas cidades europeias que estejam dispostas a acolher o serviço. O Uber não tem sido recebido da forma mais calorosa na maior parte das cidades em que opera, sendo flagelado por inúmeras sanções e críticas. Depois de um dos condutores da sua frota indiana ter

O diretor executivo do polémico Uber prometeu criar novos empregos nas cidades europeias que estejam dispostas a acolher o serviço.

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O Uber não tem sido recebido da forma mais calorosa na maior parte das cidades em que opera, sendo flagelado por inúmeras sanções e críticas. Depois de um dos condutores da sua frota indiana ter sido acusado de violar uma passageira, a reputação daquele que funciona como um “serviço de táxis privado” caiu a pique.

Agora, Travis Kalanick, o CEO do Uber, quer tentar, mais uma vez, conquistar um lugar na Europa, com a promessa de cerca de 50 mil novos empregos, criados em todas as cidades que deem ao serviço uma segunda oportunidade.

Com apenas quatro anos, a startup Uber, proprietária da aplicação homónima, tem sido atacada tanto pelos serviços de táxis locais como pelos legisladores, que acusam-na de operar à margem da lei. Contudo, o Uber escuda-se na premissa de que, sendo um serviço disruptivo, não pode ser submetido às mesmas normas legais que se aplicam aos demais serviços.

O governo norte-americano e a União Europeia têm sido os principais carrascos do Uber, restringindo as suas operações nas regiões – quando não proíbem o serviço por completo.

O controverso serviço chegou a Portugal em julho, instalando-se em Lisboa. Uns meses mais tarde, foi a vez da Cidade Invicta receber o Uber. Em ambas as cidades foi criticado severamente pelas operadoras de táxis, tendo o Instituto da Mobilidade e dos Transportes chegado a acusar o Uber de infringir a legislação aplicada ao setor dos transportes.


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