Uber enfrenta dificuldades na China

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Rivais com dinheiro em caixa e reguladores inflexíveis estão no caminho dos planos da Uber, serviço norte-americano de solicitação de carros, para conquistar um dos maiores mercados de transporte do mundo, o chinês, mesmo depois de ter assinado um acordo com a gigante doméstica de Internet Baidu, diz a Reuters. Os termos do acordo por meio

Rivais com dinheiro em caixa e reguladores inflexíveis estão no caminho dos planos da Uber, serviço norte-americano de solicitação de carros, para conquistar um dos maiores mercados de transporte do mundo, o chinês, mesmo depois de ter assinado um acordo com a gigante doméstica de Internet Baidu, diz a Reuters.

uber toy car

Os termos do acordo por meio do qual o Baidu comprará uma fatia no operador de aplicações de táxi não foram revelados.

O Uber, no entanto, está comparativamente atrasado na China, onde usuários de aplicações de táxi devem triplicar para 45 milhões em 2015 em comparação a 2013, segundo a companhia chinesa de pesquisa iResearch. As empresas domésticas Kuaidi Dache e Didi Dache, apoiadas pelas gigantes de tecnologia Alibaba e Tencent, respectivamente, dominam 90 por cento do mercado.

“A China é o Santo Graal pois é, ao mesmo tempo, difícil de conquistar e atraente”, disse o analista de transporte e automóveis da Frost & Sullivan, Kumar Saha.

O Uber já tem uma presença na China continental, mas a fatia é pequena, com operações em apenas oito cidades. Em comparação, a Kuaidi já está em mais de 350 cidades, enquanto a rival Didi recentemente captou 700 milhões de dólares para financiar expansão.

“É preciso fazer as coisas de modo diferente para ter sucesso aqui na China”, disse o presidente-executivo da Uber, Travis Kalanick, em Pequim, fazendo sua primeira aparição pública desde o caso de violação envolvendo um motorista na Índia que resultou na proibição da Uber em Nova Deli. Kalanick não quis comentar a situação na Índia ou seu impacto na política da companhia em outros mercados como a China.

Kalanick disse que a empresa não está enfrentando qualquer “questão regulatória urgente” na China, mas analistas alertaram que a regulação doméstica será um obstáculo difícil.


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