Três em cada dez startups em Lisboa são de base tecnológica

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O estudo “O escossistema empreendedor em Lisboa” apresenta o perfil da capital portuguesa a nível de startups, concluindo que quase 30 por cento destas empresas estão a desenvolver projetos de Tecnologias da Informação e Comunicação. Este estudo, que traça um perfil dos empreendedores e das jovens empresas sediadas em Lisboa, permitiu identificar alguns problemas, tais como

O estudo “O escossistema empreendedor em Lisboa” apresenta o perfil da capital portuguesa a nível de startups, concluindo que quase 30 por cento destas empresas estão a desenvolver projetos de Tecnologias da Informação e Comunicação.

one-quality-startups-look-for-agencyEste estudo, que traça um perfil dos empreendedores e das jovens empresas sediadas em Lisboa, permitiu identificar alguns problemas, tais como a baixa atratividade para elementos estrangeiros.

O segmento das TIC consegue ter duas vezes mais projetos do que as áreas de Consultoria e Saúde, que estão em segundo e terceiro lugar, respetivamente, a nível de representação.

Cada uma destes níveis de negócio representa quase 14 por cento do total das startups com presença na Rede de Incubadoras de Lisboa. Na área da Saúde, uma parte dos projetos que estão a ser desenvolvidos diz respeito à biotecnologia.

Segundo o estudo, o típico empreendedor encontra-se na faixa etária dos 25 aos 44 anos, sendo que mais de metade dos empreendedores tem até 34 anos.

As startups de Lisboa têm, de acordo com este estudo, um elevado nível de qualificação. Mais de 80 por cento das pessoas apresentam bacharelato, mestrado ou doutoramento.

Cerca de 90 por cento dos projetos são de empresas, e apenas uma pequena fatia corresponde a ideias de empreendedores independentes. Mais de metade das startups faturam menos de cem mil euros por ano e só uma apresentou uma faturação acima do milhão de euros.

O estudo “O escossistema empreendedor em Lisboa” foi realizado junto do tecido empresarial jovem da capital, permitindo ainda tirar algumas conclusões menos boas, como o facto de 80 por cento dos trabalhadores terem nacionalidade portuguesa, um valor que mostra que a capital é pouco atrativa para recursos humanos provenientes do estrangeiro.

Foram inquiridas 62 das 178 empresas que compõe a Rede de Incubadoras de Lisboa.


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