TomTom vê nova fonte de receitas nos carros autónomos

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A TomTom quer ser um dos principais fornecedores de sistemas de navegação para veículos de condução autónoma. Ao ingressar por um mercado que cada vez mais ganha peso, a empresa holandesa procura potenciar o crescimento da sua marca e competir na esfera do mapeamento e navegação com rivais como a Google. As capacidades da TomTom

A TomTom quer ser um dos principais fornecedores de sistemas de navegação para veículos de condução autónoma. Ao ingressar por um mercado que cada vez mais ganha peso, a empresa holandesa procura potenciar o crescimento da sua marca e competir na esfera do mapeamento e navegação com rivais como a Google.

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As capacidades da TomTom em matéria de mapeamento digital têm permitido que a sua unidade de automobilística cresça e conquiste novos contratos. Os esforços da empresa neste segmento têm, nos últimos meses, levado os analistas a perspetivarem o futuro da TomTom com um olhar mais otimista, depois de cerca de sete anos a registar uma taxa de crescimento em nada impressionante.

O CEO disse à Reuters que a TomTom está a ser vista, pela indústria automóvel, como uma das empresas, a par da Google, que tem as competências necessárias para dar resposta aos requisitos de segurança estipulados pelos fabricantes de carros self-driving.

Depois do seu negócio de dispositivos de navegação ter caído drasticamente, devido à escassez da procura, a TomTom está a virar-se agora para os carros inteligentes, e faz tenções de fincar o seu estandarte na esfera dos automóveis conduzidos por sistemas informáticos, para tentar contrariar as quebras que tem sofrido.

No campo dos carros autónomos, a empresa holandesa já firmou parcerias com grandes nomes da indústria, como a Volkswagen, a Fiat, a Kia e a Hyundai, para os quais fornecerá software e expertise que alimentarão os sistemas de navegação dos novos automóveis.


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