TI tornam empresas nacionais mais ágeis e competitivas

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A IDC, em conjunto com a Quidgest, realizou um inquérito a nível nacional para aferir a importância atribuída à agilidade empresarial na competitividade, assim como o papel percepcionado das tecnologias de informação para atingir esse objetivo, por decisores tecnológicos e de negócio. Para Timóteo Figueiró, Research & Consulting Manager da IDC Portugal, o estudo evidencia

A IDC, em conjunto com a Quidgest, realizou um inquérito a nível nacional para aferir a importância atribuída à agilidade empresarial na competitividade, assim como o papel percepcionado das tecnologias de informação para atingir esse objetivo, por decisores tecnológicos e de negócio.

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Para Timóteo Figueiró, Research & Consulting Manager da IDC Portugal, o estudo evidencia que as organizações nacionais atravessaram um período de profundas alterações com elevado impacto no negócio, nomeadamente no que diz respeito à sua estrutura de custos e na base de clientes. Contudo, e apesar do impacto destas alterações, as organizações nacionais acreditam que estão melhor preparadas – mais ágeis e mais competitivas – para se adaptar às novas condições do mercado. As conclusões do estudo evidenciam ainda que, à semelhança do que a IDC tem vindo a detectar noutras economias desenvolvidas, as áreas de negócio começam a assumir um papel preponderante na liderança dos projetos de TI e que, devido ao ambiente recessivo, a capacidade de resposta das TI às solicitações do negócio foi afectada nos últimos anos. Por último, é de salientar que negócio e TI possuem uma visão diferenciada da importância destas tecnologias para a sustentabilidade de factores como a eficiência, a agilidade, a gestão do risco e a inovação.

Para além do ambiente económico geral, as empresas deparam-se actualmente com mudanças económicas e sociais. A globalização, a transição para uma economia digital, a sustentabilidade e a proximidade ao consumidor são algumas das tendências com que as empresas se deparam de forma crescente. Neste contexto, esta iniciativa da IDC abordou um universo de 189 responsáveis empresariais em todo o País, para conhecer de forma aprofundada as suas necessidades e prioridades para os próximos anos, assim como as principais alavancas ao serviço dos negócios. O inquérito permite identificar que, para os próximos três anos, as empresas terão como principais prioridades de negócio: simplificar, automatizar e normalizar processos; a criação de valor para os clientes; e acelerar a inovação em novos produtos, serviços e/ou canais de comercialização.

Do estudo sobressai ainda a crescente relevância e papel desempenhado pelas TI como elemento de diferenciação da oferta, potenciadoras de maior proximidade ao cliente, e capazes de fornecer dados de gestão em tempo real que permitem responder às alterações sofridas pelo negócio, em ciclos de mudança cada vez mais curtos.

As conclusões do inquérito também apontam, do lado do negócio, para um conjunto de tecnologias consideradas mais relevantes para este novo paradigma económico, como o Customer Relationship Management, o Desenvolvimento Ágil, Mobilidade e a Analítica / Informação do Negócio.


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