cibersegurança

Cerca de 26% dos ataques ransomware são direcionados a empresas

O ano de 2017 será lembrado como o ano em que a ameaça de ransomware evoluiu de forma rápida e repentina, dirigindo-se a empresas em todo o mundo com uma série de ataques destrutivos e cujo objetivo final continua ainda por conhecer. Estes ataques incluíram o WannaCry a 12 de maio, o ExPetr a 27 de junho, e o BadRabbit no final de outubro. Todos utilizaram exploits desenvolvidos para comprometer redes corporativas. As empresas foram também atacadas por outros tipos de ransomware e a Kaspersky Lab evitou estas infeções em mais de 240.000 utilizadores corporativos em todo o mundo.

Instituições e empresas não estão protegidas contra o crime cibernético

Segundo estimativas reveladas pela MDS, multinacional de origem portuguesa líder na corretagem de seguros e consultoria de riscos no encontro “O Ciber Risk em Portugal e no Mundo”, os ataques cibernéticos são já uma das maiores ameaças para as empresas em Portugal e no Mundo, tendo um impacto económico superior a 20% em perda de receitas, de clientes e oportunidades de negócio.

ESET divulga maiores riscos em cibersegurança para 2018

O fim do ano é tempo de refletir sobre o que se passou e apontar estratégias e tendências para o ano seguinte. Na área da cibersegurança desperta especial atenção pois atinge não só as empresas mas também os indivíduos, que são cada vez mais o foco dos cibercriminosos como ponto de entrada nas organizações.

Kaspersky ajuda empresas a combater acessos remotos

Segundo a empresa de cibersegurança, nos últimos 12 meses, as organizações pagaram até 1,2 milhões de dólares para recuperar de ataques direcionados, que usam o controlo remoto dos computadores das suas vítimas para levar a cabo atividades maliciosas. De forma a detetar eficazmente estas ameaças, a Kaspersky Lab anuncia uma nova tecnologia capaz de descobrir aplicações de controlo remoto, mesmo quando são executadas em canais encriptados.