Sony vende Vaio

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A Sony vendeu a sua marca de computadores Vaio a um fundo de investimento japonês, retirando-se do mercado de PC. Depois da especulação, a Sony confirmou os planos de reestruturamento do seu negócio de eletrónica e vende a divisão de computadores Vaio a um fundo de investimento. Como parte do programa para se tornar de

A Sony vendeu a sua marca de computadores Vaio a um fundo de investimento japonês, retirando-se do mercado de PC.

notebook-sony-vaio-8Depois da especulação, a Sony confirmou os planos de reestruturamento do seu negócio de eletrónica e vende a divisão de computadores Vaio a um fundo de investimento. Como parte do programa para se tornar de novo lucrativa, a empresa dividiu as perdas da divisão de televisões para uma unidade separada e renovou o focus nos dispositivos móveis. A Sony é responsável pelos smartphones Xperia.

No sábado, o canal de televisão japonês NHK noticiou que a Sony tinha planos para vender a divisão de computadores aos rivais chineses Lenovo, atualmente a maior fabricante de computadores do mundo. A Sony negou esses rumores afirmando, no entanto, que estava a olhar para “várias opções no negócio de computadores”.

Quatro dias depois, a Nikkei publicou algo semelhante, dizendo desta vez que a Vaio tinha sido vendida a parceiros industriais japoneses, algo que acabou por ser verdade, com a Sony a manter uma percentagem de cinco por cento na sua nova venture, que vai manter o nome “Vaio”.

De acordo com a Reuters, o reestruturamento vai resultar na perda de cinco mil trabalhadores, tanto na divisão de televisões como PC, até março de 2015. A mudança vai permitir à empresa poupar cem mil milhões de ienes (cerca de 728 milhões de euros) por ano, não antes de ter um impacto negativo nas folhas de balanço.

A Sony tinha previsto um lucro anual, tendo mudado essa mesma previsão para 110 mil milhões de ienes (pouco mais de 800 milhões de euros) para o ano fiscal que acaba em março.

A marca Vaio, da Sony, foi lançada em 1996 e atualmente inclui portáteis e desktops, assim como outros dispositivos menos convencionais de forma a competir com smartphones e tablets.


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