Sony olha otimista para o ano fiscal de 2015

Negócios

A Sony está confiante de que até março de 2016 conseguirá quadruplicar os seus lucros operacionais. O fortalecimento das vendas de sensores de imagem e redução de despesas estão na base desta projeção. Até ao final do presente ano fiscal, a tecnológica japonesa espera alcançar lucros operacionais de 2,7 mil milhões de dólares. Esta é

A Sony está confiante de que até março de 2016 conseguirá quadruplicar os seus lucros operacionais. O fortalecimento das vendas de sensores de imagem e redução de despesas estão na base desta projeção.

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Até ao final do presente ano fiscal, a tecnológica japonesa espera alcançar lucros operacionais de 2,7 mil milhões de dólares. Esta é uma visão realmente otimista para uma empresa que no ano fiscal de 2014, terminado no dia 31 do passado mês de março, registou lucros operacionais de cerca de 571 milhões de dólares. Contudo, este valor encontra-se acima dos 257 milhões de dólares arrecadados no ano fiscal de 2013.

No relatório financeiro, a Sony revela que as vendas na área de Comunicações Móveis aumentaram onze por cento face ao ano anterior, somando 11,027 milhões de dólares.

Com uma subida de 33 por cento, o negócio de Jogos e de Serviços de Rede foi o que mais cresceu no ano fiscal de 2014, com receitas de 11,6 milhões de dólares. No revés da medalha, o segmento de câmaras fotográficas e de vídeo digitais caiu 2,9 por cento.

Na área dos sensores para câmaras de dipositivos móveis, a Sony conseguiu um aumento de 23,9 por cento.

Para este ano fiscal, a Sony prevê que a maior quebra será registada ao nível das Comunicações Móveis, onde a empresa tem vindo a perder quantias consideráveis de capital. Por outro lado, o negócio que se espera que mais cresça é o dos Dispositivos, visto que uma maior procura por sensores de imagem deverá aumentar as vendas deste setor em 16,5 por cento.

O diretor executivo da Sony, Kazuo Hirai, tem procurado aumentar os lucros da tecnológica nipónica, através de despedimentos, para mitigar gastos, e de maiores investimentos em áreas de negócio mais férteis, como a dos sensores.

Não obstante os esforços, alguns investidores acusam Hirai de estar mais focado na redução de despesas do que no fomento da inovação dos produtos da Sony, que tem vindo a perder terreno na esfera da eletrónica de consumo, que engloba dispositivos de música e de home entertainment, cujo aumento de receitas foi um mero reflexo das flutuações das taxas de câmbio.


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