Siemens aposta no setor do Turismo

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A Siemens anuncia a sua intenção de entrar no setor do Turismo para fazer crescer o País e que a área da Saúde pode ser uma das portas de entrada. Neste sentido, o objetivo é trazer parceiros internacionais para os hospitais portugueses. A Siemens Portugal pretende potenciar uma série de negócios para fazer crescer a

A Siemens anuncia a sua intenção de entrar no setor do Turismo para fazer crescer o País e que a área da Saúde pode ser uma das portas de entrada. Neste sentido, o objetivo é trazer parceiros internacionais para os hospitais portugueses.

Sitz-von-Siemens-Buiding-Technologies-in-ZugA Siemens Portugal pretende potenciar uma série de negócios para fazer crescer a empresa e o País. Por esse motivo, o CEO da empresa alemã, Carlos Melo Ribeiro, foi à Cimeira do Turismo, no Algarve, admitir que esta é uma das áreas de aposta de futuro da companhia.

A cimeira promovida pela Confederação do Turismo Português contou com uma plateia cheia de empresários. Carlos Ribeiro sublinhou a importância do Turismo para a sua empresa e disse ser possível apoiar-se num conjunto de áreas que poderão potenciar este stor e, consequentemente, a economia do nosso País.

“Uma das áreas mais rápidas e eficientes que temos é o Turismo porque vamos buscar quem tempo der de compra e eles vêm cá e vão desenvolver as indústrias que cá existem”, disse o CEO da Siemens.

O gestor pretende ter uma intervenção no fomento do Turismo de saúde: “Nós somos o primeiro parceiro de quase todos os hospitais deste País e fizemos aqui um dos hospitais mais modernos do mundo que é o Hospital da Luz”, recordou o responsável.

“Se conseguir que os meus colegas alemães, holandeses ou os ingleses, tragam cá alguém que participe, por exemplo, no IPO (Oferta Pública Inicial) do Hospital da Luz, ou faça uma parceria com um hospital público, vou vender mais os meus serviços”, acrescentou Melo Ribeiro, admitindo já estar a fazer contactos nesse sentido.

Mas o CEO da Siemens não pretende ficar por aqui: “Se vierem para cá cinco milhões de pessoas não vão gastar mais energia? Claro que sim. E não é preciso reforçar a capacidade se isso acontecer? E se encheremos aeroportos não vamos precisar de mais aeroportos? E aí entramos nós”, concluiu.

Relativamente ao objetivo desta estratégia, Melo Ribeiro refere que não se trata apenas do facto desta poder vir aumentar as receitas da Siemens. “Esta estratégia é útil porque serve para aplicar os conhecimentos que tenho e dar trabalho a este País que é o que ele precisa”, refere o gestor.

“A Siemens, sendo um estranho ao setor, dá nas vistas e dando nas vistas pode falar com mais independência sobre isso e todas as nossas divisões sabem que o Turismo vai ser importante para desenvolver o País”, acrescentou Carlos Melo Ribeiro.


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