Search Engine Optimization: Prepare a sua marca para ser encontrada

e-Marketing

Disrupção. É a palavra de “ordem”. O choque de gerações e a mudança constante de
paradigmas colocam negócios de empresários experientes em causa, enquanto jovens recémlicenciados criam negócios altamente lucrativos sem precisarem de um espaço físico. O comportamento do consumidor alterou-se drasticamente nos últimos anos e, por isso, já não compra da mesma maneira. Se já não compra da mesma maneira, devemos continuar a vender da mesma maneira?

Marco Gouveia
Marco Gouveia

Vejamos algumas estatísticas que mostram como se comporta este “novo” consumidor: – 92% das pesquisas online são feitas através do Google, segundo a Statcounter.com – Os sites que aparecem no topo dos resultados de pesquisa têm uma média de 37% de cliques, enquanto os três primeiros lugares de 60%, confirma o estudo da Optify – 78% das pesquisas locais-móveis resultam em compras offline, diz-nos a SearchEngine Land – “80% das pessoas pesquisam o produto antes de o comprar”, como foi referido na conferência “The future is now”, organizada pelo Havas Media Group e a Google.

Quando estamos à procura de um produto ou serviço (ou até de respostas sobre qualquer tema) recorremos ao motor de pesquisa Google. Tenho de realçar a importância que o mesmo tem na promoção de qualquer negócio ou marca. Quando pesquisamos queremos ver resultados relevantes. Para que isso aconteça, os motores de pesquisa classificam os sites apresentados na lista de resultados consoante a sua relevância para a pesquisa efetuada pelo utilizador, de forma a tornarem-se o mais útil possível.

Sabemos então que para o nosso negócio aparecer na primeira página de resultados de pesquisa temos que ter como objetivo primordial um site optimizado e pronto para uma boa classificação, caso contrário é como se nem existisse: ou o leitor já passou da primeira (ou, vá, da segunda) página de resultados à procura do que pretende? Eu não. Simplesmente altero as palavras-chave utilizadas no motor de busca e tento de novo até o resultado que pretendo aparecer à frente dos meus olhos. Perante esta realidade, não é difícil entender a pertinência do tema.

Por isso mesmo os websites precisam agora de uma análise e desenvolvimento muito mais analítico e detalhado. Já não são apenas os gráficos e as animações que captam a atenção do utilizador. Isso é apenas a ponta do iceberg. O tempo de carregamento da página, as palavras utilizadas no conteúdo (desde os menus, à morada e contactos), e até o nome que atribuímos às imagens contribuem para a optimização do site. Bem-vindo à infindável lista de critérios para a classificação do seu website pelo Google. É a isto que chamamos “Seach Engine Optimization”, vulgo SEO.

Fica então o meu conselho ao leitor: é necessário e mandatório, para qualquer marca que queira ser encontrada nos primeiros resultados de pesquisa, desenvolver um website e presença on-line optimizados para o utilizador e, claro está, para o Google.