Saphety: negócio internacional catapulta resultados

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A Saphety, tecnológica portuguesa do grupo Sonae, fechou 2015 com um volume de negócios de 9,1 milhões de euros, o que representou o melhor resultado de vendas de sempre. Os resultados realizados fora de Portugal já representam 39% do total do volume de negócios da empresa, centrado em 9,1 milhões de euros. 

O segmento internacional foi ainda aquele que registou o crescimento mais acentuado, na ordem dos 59 por cento, disse a empresa em comunicado.

A companhia explica que estes resultados vêm comprovar a trajetória ascendente da empresa, demonstrando que a aposta internacional foi de facto o caminho certo. Em 2015, a tecnológica deu continuidade ao seu processo de investimento no Brasil e na Colômbia, reforçando assim a sua presença no mercado externo.

Segundo o CEO Rui Fontoura, “o objetivo para 2016 é consolidar as operações internacionais onde estamos presentes e ser a referência global na área das soluções de sincronização de dados. Queremos continuar a crescer e reforçar a nossa presença internacional, apostando especialmente em países da América Latina.”

No final de 2015, a empresa contabilizou 129 mil utilizadores ativos, num total de 4700 clientes a nível mundial, nas várias soluções que desenvolve e comercializa.

No que respeita às soluções, durante o ano, o SaphetyDoc (Document Exchange) a solução eBilling (Document Presentemente), o SaphetyGov (Public Procurement) e SaphetySync (Data Synchronization) ganharam particular destaque.

“Para a Saphety, 2015 foi um ano de crescimento e de consolidação nacional e internacional. A entrada na América Latina vem reforçar a nossa projeção nos mercados externos e posicionar-nos como uma empresa de referência nos setores onde atuamos. O nosso posicionamento global é também uma excelente oportunidade para no próximo ano crescermos ainda mais. A nível nacional, 2015 foi também um excelente ano, com Portugal a dar um importante contributo para os resultados financeiros, conseguindo apoiar os mais recentes investimentos nos novos mercados externos”, acrescenta Rui Fontoura.


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