Exército brasileiro usa drones para ajudar na segurança da Rio 2016

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A Santos Lab, empresa de Veículos Aéreos Não Tripulados (Vants), disponibilizou quatro drones à 9ª. Brigada de Infantaria Motorizada do Exército Brasileiro para atividades de segurança das Olimpíadas, nomeadamente, missões de reconhecimento e apoio.

De acordo com a companhia, durante a competição, quatro modelos da Santos Lab estão a realizar o levantamento aéreo apoiados por dois operadores da empresa.

“Temos experiência em serviços de segurança por Vants, além de estarmos há mais de dez anos a trabalhar com a Marinha do Brasil”, ressalta Gabriel Klabin, presidente da Santos Lab.

À disposição do Exército Brasileiro estão dois modelos da família Carcará, conhecidos pela robustez e versatilidade, resistente à água, desenvolvidos em conjunto com o Instituto de Pesquisas da Marinha do Brasil (IPqM). Eles contam com sistema DeepStall, que permite o recolhimento da aeronave em espaços muito reduzidos, eliminando a necessidade de grandes áreas para aterrar.

Outro modelo é o Libélula. Recém-lançado pela Santos Lab, a ferramenta foi projetada inicialmente para ações táticas e operações de reconhecimento e vigilância, com capacidade de transportar diversos tipos de cargas pagas. O drone possui capacidade de voo de até 30 minutos e é ideal para operações em ambientes urbanos, rurais ou de difícil acesso.

O Orbis é outro drone da companhia que participa das ações de segurança dos jogos. Projetado para operações táticas rápidas em locais onde não é recomendável a utilização de aeronaves de asa fixa, esse Vant tem autonomia de até 40 minutos e é ideal para operações policiais urbanas, levantamento rural ou para áreas de difícil acesso. A sua utilização pode ser totalmente automatizada desde a decolagem até à aterragem. O sistema pode ainda transportar diversos sensores ópticos e estabilizados, com alcance de 20 quilómetros.

 


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