Resultados da Novabase assentes no crescimento internacional

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Com um volume de negócios de 105,9 M€, os resultados consolidados da Novabase no primeiro semestre de 2014, refletem a contração do mercado doméstico e a aposta da empresa nos serviços e no negócio internacional.   O volume de negócios da Novabase nos seis meses de 2014 ficou abaixo do guidance anual linearizado, essencialmente devido

Com um volume de negócios de 105,9 M€, os resultados consolidados da Novabase no primeiro semestre de 2014, refletem a contração do mercado doméstico e a aposta da empresa nos serviços e no negócio internacional.

 Novabase Sede plano 1

O volume de negócios da Novabase nos seis meses de 2014 ficou abaixo do guidance anual linearizado, essencialmente devido à contração do negócio doméstico que foi, ainda assim, compensado em parte pelo crescimento internacional cujo crescimento se cifra nos 38% se lhe retirarmos o efeito da alienação do negócio de Digital TV/SIP. Houve também um crescimento importante no peso da prestação de serviços que representa agora mais de dois terços do volume de negócios total gerado.

Também a rentabilidade da empresa foi penalizada pela degradação das margens no negócio doméstico, conjuntamente com a aceleração da estratégia de internacionalização que levou a alguns investimentos como, por exemplo, a inauguração de um novo centro logístico em Talatona (Angola) para dar suporte às operações da empresa neste país.

A nível bolsista, a cotação das ações da Novabase valorizou-se 37,2% nos seis meses de 2014 o que deixa a empresa otimista por comparação com a evolução dos dois índices que utiliza como referência: PSI20 que valorizou 3,7% e EuroStoxx Technology que desvalorizou 3,2%. Descontando a remuneração acionista, a valorização dos títulos Novabase teria sido de 44,8%.

As perspetivas para o resto do ano são de manutenção das adversidades no contexto doméstico que, segundo Luís Paulo Salvado, CEO da Novabase “se tem revelado mais difícil do que havíamos antecipado no início do ano”. Ainda assim, o gestor não vê razões para corrigir a linha traçada: “no plano internacional confiamos na concretização do nosso pipeline comercial, reafirmando ser esta a nossa primeira prioridade”.


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