Resultados da Google e IBM preocupam investidores

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A Google e a IBM apresentaram resultados trimestrais verdadeiramente dececionantes, que podem inquietar alguns dos seus investidores, vítimas do impacto da recente liquidação do stock das tecnológicas. Denotam-se, assim, os desafios que as esferas da Internet e das Tecnologias enfrentam. Apesar de tanto uma como a outra serem empresas de peso em cada uma das

A Google e a IBM apresentaram resultados trimestrais verdadeiramente dececionantes, que podem inquietar alguns dos seus investidores, vítimas do impacto da recente liquidação do stock das tecnológicas. Denotam-se, assim, os desafios que as esferas da Internet e das Tecnologias enfrentam.

Google

Apesar de tanto uma como a outra serem empresas de peso em cada uma das suas respetivas indústrias, divulgaram ontem resultados para o primeiro trimestre que significativamente falharam as estimativas de Wall Street.

A International Business Machines apontou, então, como causa das mais baixas receitas trimestrais desde há cinco anos, as anoréticas vendas de hardware. Os resultados foram agravados por uma queda de onze por cento nas vendas gerais em mercados como o chinês, o brasileiro, o russo e o indiano.

Será certamente seguro afirmar que não se afigura uma situação muito positiva para todas as empresas tecnológicas que se apoiam fortemente na procura corporativa, uma vez que cada vez mais se torna irrefutável a tendencial migração para plataforma SaaS (Software-as-a-Service) e cloud, em detrimento, inevitavelmente, da manutenção dos seus próprios equipamentos e infraestruturas. Observa-se uma propensão extremamente forte para a aquisição de serviços, para o aluguer, digamos, em vez de para a compra efetiva de redes ou aparelhagens.

Muitas são as empresas, como a IBM e a Oracle, que estão a ser eclipsadas por concorrentes mais jovens e pequenas que oferecem serviços de Big Data, cloud e cibersegurança, áreas estas alvo de grandes investimentos por parte das empresas.

Dan Ives, analista na FBR, disse que são muitas as tradicionais comerciantes de tecnologia que estão a lutar para se manterem à tona da água.


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