Q-Day Conference 2013: Building the Future [com vídeos]

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O quinto Q-Day decorreu na última terça-feira na Culturgest com o tema “Building The Future”. Juntamente com vários workshops, decorreram 4 painéis com cerca de 16 oradores. No primeiro painel, os oradores foram Jaime Quesado (economista), José Ramalho Fontes (AESE), Francisco Viana (Caixa Geral de Depósitos) e Francisco Meneses (Quidgest Macau) e o tema era

O quinto Q-Day decorreu na última terça-feira na Culturgest com o tema “Building The Future”.

Juntamente com vários workshops, decorreram 4 painéis com cerca de 16 oradores.

No primeiro painel, os oradores foram Jaime Quesado (economista), José Ramalho Fontes (AESE), Francisco Viana (Caixa Geral de Depósitos) e Francisco Meneses (Quidgest Macau) e o tema era “O Futuro da Inovação, Tecnologia e Competitividade”.

Após a pausa para café, “Melhorar a Credibilidade e a Confiança nos Serviços Públicos do Futuro” foi o tema para que Luís Meneses (da Associação Nacional de Direito ao Crédito), Irene Paredes (Camões – Instituto da Cooperação e da Língua) e Victor Santos e Ana Laranjeira (Direção Regional de Organização e Administração Pública dos Açores) participassem nesta conferencia. Ainda houve tempo para a Quidgest, por Joana Barroso e Hugo Miguel Ribeiro, pudesse entregar os prémios Co-Inovação.

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Na primeira sessão da tarde, Rui Paiva (WeDo Technologies), Henrique Neto (autor do livro “Uma Estratégia para Portugal”), João Maciel (EDP Inovação) e Hugo Miguel Ribeiro (Quidgest) participaram no debate “Inteligência Competitiva nas Organizações do Futuro”.

Por último, “A Geração Automática de Código na Perspetiva do CIO” foi o tema com os oradores Carlos Costa (Quidgest), Daniel Reis (Securitas), Mónica Teixeira (LAS Formação) e Daniel Coimbra (Portugália Airlines).

No final, João Paulo Carvalho e Carlos Costa, fizeram um balanço do quinto Q-Day para a B!T.

“O Futuro da Inovação, Tecnologia e Competitividade”

No primeiro painel, Jaime Quesado teve como tema da sua apresentação “Inovação e competitividade: como voltar a crescer!”. E analisou o ranking  de Portugal no setor da tecnologia, o país encontra-se na 37º posição num total de 58 países. No entanto, Portugal ocupa as piores posições em fatores competitivos como Empreendedorismo (58º), Adaptação das empresas (57º), Experiência Internacional (57º), Eficiência das PMEs (56º), Responsabilidade Social dos Empresários (56º) e Práticas Éticas (55º).

Segundo o economista, Portugal tem de deixar de apostar nos bens não-transacionáveis e mais nos bens e serviços exportáveis que, atualmente, ocupa uma pequena fatia da balança portuguesa. Para voltar a crescer, a aposta deve passar por Clusters, renovar a oferta para o mundo, através de competências tradicionais e novas tendências estratégicas. Estas novas apostas estratégicas devem passar pela “Rota da Língua Portuguesa”, pelo conceito de “plataforma logística dinâmica” e pelo papel dos “mercados estratégicos inteligentes”.

Já José Ramalho Fontes falou de um novo paradigma, a inovação aberta e ecossistemas. Segundo o mesmo, “o principal paradigma é, precisamente, ser aberta e suscitar a colaboração”.  No ecossistema, tem de existir empresas que permitam que o valor criado seja apropriado por cada uma delas de forma estimulada.

Francisco Viana, da Caixa Geral de Depósitos, falou da campanha do banco “Ajudar o País a dar a Volta”, onde explica que a Caixa Geral ajuda as empresas a poderem dar a volta à situação, ou seja, o banco seria a força motriz para que as empresas pudessem dar a volta à situação difícil que o país atravessa.

Já Francisco Meneses, da Quidgest Macau, falou do país convidado para esta conferencia. “Macau: a redescoberta de Ou Mun” foi o tema que explicou as diferenças entre Portugal e Macau. O país tem uma fonte de riqueza com base no mercado de jogo e pode ser uma porta de entrada para Portugal no mercado asiático.

João Paulo Carvaho, da Quidgest, lançou o prémio Decidir Melhor a ser entregue no Q-Day 2014.

“Melhorar a Credibilidade e a Confiança nos Serviços Públicos do Futuro”

Luís Meneses, da Associação Nacional de Direito ao Crédito, apresentou, com base na sua passagem pela administração pública, oito propostas para o futuro da gestão pública. O próprio salienta que o mais importante é envolver as pessoas no processo de definição dos objetivos e saber reconhecer o desempenho das pessoas. “É estabelecer desafios que estejam ao alcance das pessoas, que puxem por elas, que façam com que as pessoas deem o melhor de si próprio e depois reconhecer os resultados que alcançaram”.

Irene Paredes, do Instituto da Cooperação e da Língua apresentou a passagem “da teoria à prática” dos modelos de gestão pública. O principal desafio da gestão pública, segundo Irene Paredes, concentra-se em encontrar o equilíbrio entre “planear e agir. Não devemos começar a agir rapidamente sem saber para onde é que vamos”.

Coube a Ana Laranjeira, da Direção Regional de Organização e Administração Pública dos Açores, apresentar o SIGRHARA, o Sistema Integrado de Gestão dos Recursos Humanos da Administração Pública dos Açores, as suas estratégias e desafios, fazendo uma comparação do que era a administração pública dos Açores pré e pós SIGRHARA. Explicou, ainda, alguns dos resultados do programa, que permitiu poupar acima de um milhão de euros na aquisição de software, licenças, assistência técnica e desenvolvimentos após a compra, assim como o facto de terem sempre informação atualizada e consistente para apoio à tomada de decisão.

Para finalizar o painel, Joana Barroso e Hugo Miguel Ribeiro, da Quidgest, apresentaram os prémios Co-Inovação, entregue à Portugália Airlines, Instituto de Emprego e Formação Profissional, Estado-Maior General das Forças Armadas, CPLP, Assembleia da República, Centro Hospitalar de S. João e Vice-Presidência do Governo Regional dos Açores.


“Inteligência Competitiva nas Organizações do Futuro”

O terceiro painel contou com Rui Paiva da WeDo Technologies, Henrique Neto, autor do livro “Uma Estratégia para Portugal”, João Maciel da EDP Inovação e Hugo Miguel Ribeiro da Quidgest, discutiram, numa sessão-debate, as caraterísticas distintivas da tecnologia para que as empresas possam ter uma maior probabilidade de sucesso e a importância da preparação, ou seja, a definição das metodologias, dos processos e dos métodos.

Na opinião de Henrique Neto, as empresas precisam de colaborar mais umas com as outras e definir com maior rigor uma estratégia e que devem pensar o futuro como método de trabalho antecipado.

 

“A Geração Automática de Código na Perspetiva do CIO”

No último painel do dia, Carlos Costa da Quidgest, Daniel Reis da Securitas, Mónica Teixeira da LAS Formação e Daniel Coimbra da Portugália Airlines, falaram da importância do software da Quidgest para as suas empresas.

Coube a Carlos Costa falar da vantagem competitiva do “Genio”. Daniel Reis apresentou “as aplicações ao serviço da inovação” e Mónica Teixeira da “formação em manutenção de aeronaves com o apoio da geração automática”. Por fim, Daniel Coimbra apresentou “MRO: software de gestão de formação”.

Para Carlos Costa, este quinto Q-Day encontrava-se satisfeito pela qualidade dos oradores, das pessoas presentes e pelo local, que considera ter condições técnicas muito boas. O objetivo deste Q-Day está cumprido, tendo ultrapassado as expectativas de Carlos Costa.

João Paulo Carvalho acredita que teve uma boa aceitação, tal como Q-Days anteriores, e que deixa a Quidgest mais forte e mais confiante para o futuro.


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