Produtos a evitar nas compras de Natal online

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iPhones, consolas Playstation 4 e botas da marca Ugg são os produtos dos quais os compradores online se deverão manter afastados, de acordo com um estudo de uma unidade do governo britânico para a segurança online, a Get Safe Online. Para além de ter atenção aos excessos alimentares da época natalícia, são os esquemas de

iPhones, consolas Playstation 4 e botas da marca Ugg são os produtos dos quais os compradores online se deverão manter afastados, de acordo com um estudo de uma unidade do governo britânico para a segurança online, a Get Safe Online.

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Para além de ter atenção aos excessos alimentares da época natalícia, são os esquemas de compras online que podem provocar mais estragos, de acordo com o estudo. Os compradores em busca de pechinchas na internet têm de ter atenção às compras, para garantir que não se tornam vítimas de um número crescente de esquemas cibernéticos, segundo dados da Get Safe Online.

A iniciativa para a segurança online, que já vai no seu oitavo ano, juntou-se ao Barclays e ao anti-vírus Kaspersky, para descobrir quais são as marcas com maior risco associado, quando o assunto são compras online. Já é habitual que situações de esquemas online surjam nesta época, com vários compradores à procura dos produtos mais recentes, aos preço mais baixo.

Botas Ugg, iPhones e a Playstation 4 estão no topo da “Lista de Natal arriscada”, uma compilação que tem em conta estatísticas da polícia relacionadas com fraude digital. Na lista também foi incluído o iPad Mini e casacos da marca Barbpur.

No último ano, os dados finais sobre fraude em compras online, na altura do Natal, subiram 31 por cento, lesando os compradores britânicos em mais de onze milhões de euros, com cada consumidor a perder cera de 142 euros, em média. Os resultados realçam a necessidade de os consumidores se manterem vigilantes quando fazem compras na internet e que tenham atenção antes de se lançarem em compras por impulso.

“Todos os anos, na altura do Natal, sem exceção, vemos estatísticas preocupantes de pessoas a serem vítimas de fraude online”, diz Tony Neate, CEO da Get Safe Online.“Incitamos todas as pessoas a gastarem alguns minutos para se informarem sobre os esquemas que andam por aí, para que aprendam como é que podem estar em segurança, para não se tornarem em vítimas na época natalícia. Sabemos que é uma altura de stress e de agitação, mas incentivamos a que tenham princípios básicos em mente e que não se deixem levar por produtos com preços demasiado bons para serem verdade”, finaliza.

No entanto, pesquisas feitas pela Get Safe Online indica que só um terço (32 por cento) das pessoas fazem queixa de crimes online. Assim, os prejuízos podem exceder os 35 milhões de euros.

“A segurança online pode ser quase um campo de minas para os consumidores e a tentação pode ser para se sentirem oprimidos e nem saberem por onde se proteger”, diz David Emm, principal investigador do Kaspersky Lab. “Ainda assim, seguindo algumas linhas orientadoras simples, os consumidores podem aumentar drasticamente a sua segurança. Coisas simples como garantir que as passwords são diferentes e complexas, para prevenir que criminosos possam aceder às contas. O meu outro conselho é que tenham atenção ao site onde estão a comprar. Será assim tão bom quanto parece?”


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