Primeiro “festival do emprego” de TI acontece no dia 18 de junho

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A startup portuguesa Landing.jobs vai realizar aquele que considera ser o primeiro “festival de emprego” da área das TI. O evento ocorre no próximo dia 18 de junho na Marina do Parque das Nações e pretende fomentar o contacto entre profissionais e empresas, facilitando o processo de procura e recrutamento. O Landing.jobs Festival será, segundo

A startup portuguesa Landing.jobs vai realizar aquele que considera ser o primeiro “festival de emprego” da área das TI. O evento ocorre no próximo dia 18 de junho na Marina do Parque das Nações e pretende fomentar o contacto entre profissionais e empresas, facilitando o processo de procura e recrutamento.

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O Landing.jobs Festival será, segundo a organizadora, um espaço “propício ao convívio e à troca de experiências, facilitando o contacto entre candidatos e empresas”. O evento contará com a participação de empresas nacionais – como as startups Feedzai, Uniplaces e Farfetch, e as fabricantes de software WeDo Technologie e OutSystems – e estrangeiras – tais como a londrina DigitasLBi e a barcelonense Typeform.

O cofundador da Landing.jobs, José Paiva, diz que “o mercado de recrutamento na área das tecnologias de informação é um dos mais competitivos a nível mundial”, e, como tal, este festival procura “criar algo único, que vá ao encontro das necessidades das empresas e, sobretudo, dos candidatos, que muitas vezes saem frustrados ou defraudados destes processos”. Acrescenta o executivo que “o poder de escolha mudou de mãos e as empresas têm tido muitas dificuldades em atrair e reter talento utilizando as abordagens tradicionais, como colocar ofertas em sites de emprego ou contratar agências de recrutamento”.

A Landig.jobs afirma que as empresas participantes estão interessadas em recrutar os melhores talentos internacionais, tendo em conta os contornos globalizantes que desenham o setor das TI.

Pedro Oliveira, também ele cofundador da startup portuguesa, menciona um estudo, realizado pela Landing.jobs, que evidencia que os profissionais portugueses de TI reconhecem o seu valor no teatro internacional, e que, “apesar das ofertas apelativas, existe uma grande preferência e disponibilidade para trabalhar remotamente para empresas estrangeiras”.


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