Portugueses dedicam cada vez mais tempo às compras online

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Quando comparada com a situação vivida há cinco anos atrás, cerca de 40% dos portugueses dizem dedicar mais tempo às compras na Internet. Por outro lado, quase metade dos consumidores (45%) diz ter reduzido o tempo passado em lojas físicas. A nível europeu, o tempo passado em loja diminuiu para cerca de 40%, enquanto o

Quando comparada com a situação vivida há cinco anos atrás, cerca de 40% dos portugueses dizem dedicar mais tempo às compras na Internet. Por outro lado, quase metade dos consumidores (45%) diz ter reduzido o tempo passado em lojas físicas. A nível europeu, o tempo passado em loja diminuiu para cerca de 40%, enquanto o tempo passado na Internet tem aumentado para 1 consumidor em cada 2. Estas são conclusões do mais recente estudo do Observador Cetelem.

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Relativamente às visitas às lojas, 19% dos portugueses estão plenamente de acordo em “dedicar mais tempo à procura e à pesquisa antes de comprar”, 25% no caso das compras na Internet. O consumo enquanto lazer ocupa também uma posição importante. Muitos portugueses gostam de “demorar o seu tempo sem necessariamente comprar”. Há um “lado de prazer que é por vezes relaxante” para 13% dos inquiridos que fazem compras nas lojas e para 17% dos que compram na Internet. Ao contrário do que se poderia pensar, “tentar perder o mínimo de tempo possível” surge apenas na terceira posição e é uma preocupação para somente 12% dos clientes em loja e 9% dos compradores online.

De uma forma geral, comparando a evolução do tempo gasto em lojas e online, constata-se que a Internet tem roubado cada vez mais tempo aos consumidores. Efetivamente, a proporção de consumidores europeus que tem aumentado o tempo que gasta em compras é uma vez e meia maior do que a proporção de pessoas que o reduziram.

Para as análises e previsões deste estudo foram inquiridos 8.719 europeus (pelo menos 500 indivíduos por país, com idade superior a 18 anos) através da Internet, em 12 países: Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Itália, Portugal, Reino Unido, Hungria, Polónia, República Checa, Eslováquia e Roménia. Os inquéritos foram realizados entre 4 de novembro e 2 de dezembro de 2014 pelo Observador Cetelem, em parceria com a sociedade de estudos e consultoria BIPE, com base num inquérito barométrico conduzido pela TNS Sofres.


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