Portuguesa Zarph estima faturação de 750 mil para 2015 [atualizado]

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A startup portuguesa g3p technologies tem um novo nome, uma nova imagem e uma nova estratégia. Sob o nome Zarph, a empresa especializada em software de gestão e sistemas de pagamento quer cimentar o seu posicionamento nacional e expandir as suas operações para mercados externos, com principal enfoque em Angola. É também esperada, para 2015, uma

A startup portuguesa g3p technologies tem um novo nome, uma nova imagem e uma nova estratégia. Sob o nome Zarph, a empresa especializada em software de gestão e sistemas de pagamento quer cimentar o seu posicionamento nacional e expandir as suas operações para mercados externos, com principal enfoque em Angola. É também esperada, para 2015, uma faturação de 750 mil euros.

Pedro Gordo_CEO Zarph

Entrando num novo ciclo com a identidade corporativa Zarph, a jovem empresa lusitana espera este ano crescer cinco vezes mais, comparativamente a 2014, apoiando-se no fortalecimento das suas operações nos setores do Retalho, dos Serviços, da Administração Pública, da Saúde, da Educação e dos Transportes. Para catalisar esta evolução, a Zarph vai ainda desbravar território estrangeiro em busca de novas oportunidades de negócio e fontes de crescimento. “Esta renovação de identidade representa o encerrar de um ciclo e o iniciar de outro”, comenta Pedro Mourato Gordo, diretor-geral da Zarph.

Diz a empresa que está a estabelecer negócios em Angola, um mercado onde espera vir a integrar as suas soluções de gestão de tesouraria.

Em declarações à B!T, o CEO afirmou que Angola é o alvo prioritário da estratégia de internacionalização da Zarph. “Trata-se de um mercado com muito potencial para as áreas de gestão de tesouraria e sistemas de pagamento, no qual já identificámos um vasto conjunto de setores de atividade, como o do Retalho, Administração Pública e Saúde, que podem vir a beneficiar com as soluções da Zarph num futuro a curto-prazo”. O executivo afirmou, contudo, que a empresa está atenta a oportunidades de negócio que possam surgir noutros países, e que entrarão, ainda este ano, em um ou dois novos mercados.

Quanto aos planos para o mercado angolano, Pedro Gordo explicou que “numa primeira fase, a estratégia de internacionalização para o mercado angolano baseia-se precisamente no estabelecimento de parcerias estratégicas com empresas locais”. A Zarph formou já uma aliança com a Petrotec, a qual visa a implementação de soluções de gestão de tesouraria na petrolífera.

“Queremos aproveitar as oportunidades que o mercado tem para oferecer num país em franco crescimento, que é recetor de investimento e que está a desenvolver a sua base produtiva. A nossa prioridade é encontrar os parceiros certos, que nos permitam gerar negócio e ativar as nossas soluções no mercado”, disse o diretor-geral à B!T.

A par da nova “cara”, a Zarph apresentou o TD 412, a sua mais recente solução de gestão monetária que, para além de permitir que a startup possa captar outros setores de atividade, mune os utilizadores de uma capacidade de gestão em tempo real, “garantindo eficiência no processo e a maximização da rentabilidade do equipamento”, disse a empresa em comunicado.

Ademais, a Zarph avolumou o seu portfólio de serviços com as áreas de Consultoria e de Desenvolvimento de Software. Estes dois novos segmentos visam a conceção de soluções que se ajustam às necessidades particulares de cada cliente.


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