Portugal com cada vez mais pedidos de informação à Microsoft

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A Microsoft comunicou o relatório de transparência referente ao segundo trimestre do ano de 2013, no qual foi revelado que, apesar dos vários pedidos de informação feitos pelas autoridades portuguesas, a empresa nunca foi obrigada a revelar dados dos utilizadores lusitanos. A tecnológica multinacional norte-americana divulgou que, no segundo trimestre do ano passado, foram submetidos

A Microsoft comunicou o relatório de transparência referente ao segundo trimestre do ano de 2013, no qual foi revelado que, apesar dos vários pedidos de informação feitos pelas autoridades portuguesas, a empresa nunca foi obrigada a revelar dados dos utilizadores lusitanos.

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A tecnológica multinacional norte-americana divulgou que, no segundo trimestre do ano passado, foram submetidos 372 requerimentos de entidades portuguesas para terem acesso a informação relativa a 483 utilizadores, o que se traduz num aumento do número de pedidos relativamente à primeira metade de 2013.

Numa perspetiva total, em 2013 Portugal submeteu 706 pedidos referentes a 894 utilizadores, e, de acordo com o relatório de transparência da Microsoft, a empresa nunca foi forçada a fornecer nenhuma informação, e quase todos os requerimentos foram respondidos recorrendo exclusivamente à comunicação de informação relativa a subscrições.

Contudo, no mesmo ano a Microsoft recusou quase dois por cento dos pedidos de acesso a informação, alegando que não agregavam os fundamentos necessários à revelação da informação desejada.

Somente no segundo semestre de 2013, a nível global, foram submetidos à Microsoft 35 mil requerimentos de informação, referentes a quase 60 mil utilizadores, o que, apesar de tudo, constitui um decréscimo relativamente aos 37 mil pedidos efetuados nos primeiros três meses do mesmo ano.

Assim, apenas 2,3 por cento dos pedidos foram de facto atendidos mediante a divulgação da informação solicitada, e três por cento da totalidade dos requerimentos foram negados.


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