IT People Consulting pretende ser referência mundial [com vídeo]

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Criada em 2008, a IT People Consulting foca-se nas área de Inovação, Projetos e OutSourcing. A empresa pretende ser referência mundial através das suas soluções e produtos, com o objetivo de servir melhor os seus clientes. Para além de prestar serviços na área da consultoria tecnológica com equipas especializadas, a IT People Consulting também desenvolve

Criada em 2008, a IT People Consulting foca-se nas área de Inovação, Projetos e OutSourcing. A empresa pretende ser referência mundial através das suas soluções e produtos, com o objetivo de servir melhor os seus clientes.

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Para além de prestar serviços na área da consultoria tecnológica com equipas especializadas, a IT People Consulting também desenvolve projetos “à medida” das necessidades dos seus clientes. O seu centro de inovação desenvolve, para o mercado nacional e internacional, produtos na área da mobilidade, nomeadamente para as plataformas Apple, Android, Windows e BlackBerry, complementando-os com tecnologia de realidade aumentada para vários setores de atividade.

Eduardo Vieitas, General Manager da IT People Consulting, explica que a empresa tem crescido, em termos de negócio em Portugal, na ordem dos 40/45 por cento, relativamente ao ano anterior, acreditando que “tudo o que fazemos pode ser internacionalizado”, sendo que o objetivo e ambição para 2014 é “levar tudo o que temos feito para o negócio fora de portas”.

“Acima de tudo, o que as empresas pretendem fazer é otimizar os seus processos”. Eduardo Vieitas acredita que essa otimização, ou utilizando a tecnologia disponível, se possa melhorar os processos, para que a empresa seja inovadora face a outras concorrentes que façam o mesmo que a IT People e se consiga destacar perante elas.

A realidade aumentada, uma das áreas de negócio exploradas pela IT People, para as empresas pode ser uma mais-valia. O solução da empresa permite aos seus clientes saber quando é que as pessoas visualizam um determinado produto, através de que dispositivo e onde, geograficamente, está a pessoa, salvaguardando, no entanto, a privacidade das pessoas. “Não a questão da privacidade. Aquilo que sabemos é que há uma máquina que interagiu, pouco mais do que isso, até porque não é preciso”, explica Eduardo Vieitas.


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