Orange já esteve mais longe de conseguir uma recuperação

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A maior operadora francesa Orange conseguiu, por fim, conter o declínio na sua rentabilidade, mediante o corte em subsídios wireless e em despesas laborais, alvitrando que a guerra de preços iniciada pela Iliad, depois de no ano passado ter lançado um serviço 4G que visava desafiar todas as suas concorrentes e proclamar a sua dominância

A maior operadora francesa Orange conseguiu, por fim, conter o declínio na sua rentabilidade, mediante o corte em subsídios wireless e em despesas laborais, alvitrando que a guerra de preços iniciada pela Iliad, depois de no ano passado ter lançado um serviço 4G que visava desafiar todas as suas concorrentes e proclamar a sua dominância no mercado.

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A operadora avançou que as vendas deste primeiro trimestre caíram para 9,8 mil milhões de dólares, refletindo uma queda de 4,6 por cento, uma melhoria quando se compara com a quebra de 5,8 por cento sofrida durante todo o ano de 2013.

“Este [primeiro] trimestre é satisfatório para nós, especialmente visto que a nossa margem está a estabilizar”, asseverou Gervais Pellissier, diretor financeiro, acrescentando que a rentabilidade da Orange tem estado sob pressão desde 2009.

O conselho administrativo da operadora francesa ofereceu mais um mandato de quatro anos ao CEO Stephane Richard no passado mês de março, numa altura em que a Orange se encontra imersa numa guerra de preços e assiste a uma significativa consolidação dos seus rivais.

Até à data, os cortes nas despesas refletiram resultados verdadeiramente positivos, visto que possibilitaram que a colmatação de algumas quebras na rentabilidade.

A Orange tem agora que alcançar estabilidade e reconquistar o seu lugar na indústria francesa das telecomunicações.


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