Orange investe em rede de banda larga de fibra

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A Orange quer investir 15 mil milhões de euros no reforço da sua rede. Até 2018, a operadora quer poder demarcar-se das suas rivais no decorrer de uma guerra de preços que flagela o mercado francês. A maior empresa de telecomunicações francesa, e a quinta no rol das que têm um maior valor de mercado,

A Orange quer investir 15 mil milhões de euros no reforço da sua rede. Até 2018, a operadora quer poder demarcar-se das suas rivais no decorrer de uma guerra de preços que flagela o mercado francês.

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A maior empresa de telecomunicações francesa, e a quinta no rol das que têm um maior valor de mercado, revelou que dentro de quatro anos espera superar os lucros operacionais e o volume de vendas registados em 2014.

Diz a Reuters que um grande quinhão deste investimento será aplicado em redes de banda larga de fibra em França, alinhando-se com iniciativas semelhantes tomadas por operadoras como a Deutsche Telekom e a Vodafone.

O diretor-geral da Orange, Stéphane Richard, está a procurar oferecer aos clientes serviços de conectividade melhorados, e quer que a empresa se destaque das suas congéneres rivais.

Depois de a Iliad se ter estreado no mercado francês em 2012, a Orange tem lutado para se manter na mó de cima, mas os serviços de telecomunicações móveis de baixo custo da concorrente têm vindo a provar-se formidáveis munições.

Assim, pensando nos subscritores que estão dispostos a desembolsar um pouco mais, a Orange está pensar, até 2020, triplicar os seus investimentos em rede de fibra de banda larga. Contudo, até 2018 quer triplicar a velocidade das transmissões de dados em redes fixas e móveis.

Conta Richard que ao longo dos últimos cinco anos a Orange tem visto as suas receitas caírem, sem indícios de uma recuperação. A empresa, de acordo com a agência noticiosa, planeia pagar dividendos de 60 cêntimos por ação de 2015 a 2018, à semelhança do que aconteceu no ano passado. A Orange disse que este valor poderá aumentar caso os lucros operacionais superem as estimativas.

Também nos próximos quatro anos, a operadora francesa quer poupar cerca de três mil milhões de euros, dando continuação ao seu plano de mitigação de despesas, procurando engordar os seus cofres.


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