Oracle Portugal tem cloud como prioridade

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A Oracle Portugal convocou a imprensa para fazer um balanço do seu ano fiscal de 2014 e apresentar as perspetivas para 2015. Cloud está no topo da lista de prioridades. Portugal não é exceção e, tal como acontece com a Oracle Corp., a sucursal nacional está a apostar forte na cloud. Classificada como segunda maior

A Oracle Portugal convocou a imprensa para fazer um balanço do seu ano fiscal de 2014 e apresentar as perspetivas para 2015. Cloud está no topo da lista de prioridades.

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Portugal não é exceção e, tal como acontece com a Oracle Corp., a sucursal nacional está a apostar forte na cloud. Classificada como segunda maior empresa de cloud a nível global – ou, mais especificamente, a nível de comercialização de tecnologia como um serviço –, atrás da Salesforce.com, a Oracle não esconde a ambição de assumir a liderança neste mercado e o mesmo se passa no nosso país, segundo declarações de Hugo Abreu, Country Manager da Oracle Portugal. Refira-se que a oferta da empresa para esta área inclui uma cloud pública, uma infraestrutura para clouds privadas e uma infraestrutura para clouds híbridas.

Em relação aos resultados da filial portuguesa no ano fiscal de 2014, que terminou a 31 de Maio, o executivo revelou que a empresa cresceu acima do mercado. Isso poderia significar pouco, já que os dados da IDC apontam para um crescimento flat ou de 1% do mercado global de TI em Portugal, mas Hugo Abreu esclareceu que a sucursal obteve um crescimento superior ao registado pela operação global, que foi de 3%.

Para este números muito contribuíram os resultados obtidos nos setores financeiro, utilities, aeronáutico e, principalmente, Administração Pública. Aliás, o setor público já tem um peso de 25% no negócio total da Oracle Portugal, um valor que Hugo Abreu quer manter ou, se possível, aumentar ligeiramente no próximo ano. A razão para o crescimento do resultado na Administração Pública está relacionada com projetos desenvolvidos para áreas como Segurança Social e Saúde, por exemplo, em que o aumento do combate à fraude deu origem a novas necessidades tecnológicas, tal como o desejo de “consolidação, eficiência e redução efetiva de custos”, explica o Country Manager.

Para 2015, Hugo Abreu mostra-se “confiante” e “moderadamente otimista” em melhorar os resultados obtidos neste ano, alertando que as condicionantes nacionais e internacionais poderão ter um peso acentuado na evolução do negócio.

Por fim, destaque para o facto da área de Engineered Systems, a oferta da Oracle que junta hardware e software num único equipamento, ter crescido mais de 50% em Portugal no ano passado.


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