Novos servidores da Fujitsu potenciam negócios das empresas

Negócios

A Fujitsu apresentou a sua nova família de servidores PRIMERGY dual-socket. Estes novos produtos visam fortalecer o crescimento dos negócios das empresas e mitigar desperdícios, seja em termos energéticos, seja em termos financeiros. A empresa japonesa disse que os seus mais recentes servidores, rack e blade, foram especialmente desenhados para reduzir as despesas, reforçar a

A Fujitsu apresentou a sua nova família de servidores PRIMERGY dual-socket. Estes novos produtos visam fortalecer o crescimento dos negócios das empresas e mitigar desperdícios, seja em termos energéticos, seja em termos financeiros.

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A empresa japonesa disse que os seus mais recentes servidores, rack e blade, foram especialmente desenhados para reduzir as despesas, reforçar a eficiência das operações “e acelerar os volumes de trabalho para permitir níveis de produtividade óptimos e escaláveis”. A Fujitsu acrescentou que estes servidores adaptam-se também às limitações energéticas e de arrefecimento das organizações.

O servidor rack dual-socket Fujitsu PRIMERGY RX2530 M1, de acordo com fontes oficiais, possibilita uma performance otimizada e um baixo consumo energético, que, consta, atingiu “um novo nível máximo de eficiência no sector”.

O responsável pela área de Negócio Global de Servidores da Fujitsu, Uwe Neumeier, disse que a empresa reconhece a crescente necessidade por servidores que ocupem menos espaço e que ofereçam um maior e melhor desempenho. “Ao mesmo tempo, a maior parte das empresas exige cada vez mais escalabilidade, disponibilidade e desempenho”, rematou o executivo.

Através do seu novo servidor blade PRIMERGY BX2580 M1, a Fujitsu quer oferecer uma solução que ajude as empresas a melhor gerirem os seus negócios virtualizados, “e outras cargas de trabalho exigentes”, disse a Fujitsu em comunicado.

Estes novos produtos integram processadores Intel Xeon E5-2600 v3 para potenciar o desempenho das aplicações, e podem ser integrados nas redes existentes, para além de poderem “escalar dinamicamente a largura de banda I/O para ir ao encontro das necessidades das aplicações, graças ao uso de uma arquitectura LOM (LAN On Mainboard) única, modular, escalável e facilmente intercambiável, conhecida como DynamicLoM, e Adaptadores Universais de Rede”, explicou a empresa.


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