Atividade internacional alavancou lucro da Novabase em 139%

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A tecnológica portuguesa divulgou hoje um lucro de 7,4 milhões de euros, mais de 139 por cento face ao ano homólogo. Para 2016 os mercados internacionais vão continuar a ser o principal foco.

A atividade internacional passou a representar 46 por cento do total, acima do objetivo anual de 40-45 por cento, e com o crescimento dos serviços que representam aproximadamente ¾ do negócio total.

“O negócio internacional cresceu 22%, ultrapassando pela primeira vez, no atual perímetro, os 100 milhões de euros. As operações na Europa expandiram-se 44%, representando já mais de metade da atividade não doméstica”, disse em conferência de imprensa Luís Salvado, presidente da Novabase.

Quando comparado com o ano anterior, o volume de negócio aumentou 5 por cento, o que se deve aos já referidos 22 por cento do negócio internacional. Em termos de ‘guidance’, os resultados do ano corrente ficaram acima em volume de negócios, e dentro do intervalo de EBITDA. Os resultados líquidos tiveram também um desempenho muito positivo.

Tendo em conta os resultados, a Novabase irá propor na próxima assembleia-geral, a realizar em 3 de maio, a distribuição de dividendos no montante de 3,8 milhões de euros, o que corresponde a 12 cêntimos por ação.

Para 2016, a Novabase define como prioridade a continuidade do foco na internacionalização, adaptando as suas apostas aos riscos da atual situação macroeconómica global. Face ao ‘guidance’, a empresa espera um volume de negócios superior a 215 milhões de euros, dos quais mais de 45 por cento internacional, e um EBITDA entre os 15 e os 17 milhões de euros.

A Novabase vai limitar a exposição nos mercados emergentes, tendo em conta a volatilidade em algumas economias onde operamos”, disse o responsável, admitindo que a empresa vai “acelerar nos mercados mais estáveis e ter mais cautela nos mercados mais voláteis”.


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