Novabase GameShifters procura ideias para o setor financeiro [com vídeo]

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A segunda edição do Novabase GameShifters contou com casa cheia para uma maratona de 24 horas onde cerca de 150 participantes puderam desenvolver e expor as suas ideias. O tema escolhido implicava encontrar soluções tecnológicas para o setor financeiro de modo a revolucionar a forma como as diferentes atividades são realizadas, incluindo as operações mais

A segunda edição do Novabase GameShifters contou com casa cheia para uma maratona de 24 horas onde cerca de 150 participantes puderam desenvolver e expor as suas ideias. O tema escolhido implicava encontrar soluções tecnológicas para o setor financeiro de modo a revolucionar a forma como as diferentes atividades são realizadas, incluindo as operações mais básicas. 

A B!T falou com Luís Salvado, CEO da Novabase, e com Hugo Faria, responsável por Brand Ignition da Novabase, para perceber quais as lições a retirar deste evento.

O Novabase GameShifters é o local ideal para jovens empreendedores mostrarem as suas ideias, mesmo que pareçam estranhas. É esta a visão de Luís Salvado, CEO da Novabase, e que também acredita que são eles, os jovens empreendedores, quem tem mais probabilidade de criar projetos inovadores e que desafiem as expectativas.

Tendo em conta esta premissa, a Novabase juntou-se a mais de uma centena de participantes para que, em conjunto, pudessem criar soluções para o setor financeiro, aliando as ideias das equipas à experiência da empresa portuguesa.

De acordo com Luís Salvado, “a tecnologia pode mudar o mundo para melhor”, simplificando-o e o GameShifters pretende ser o local de partida para que essa mudança ocorra. Quanto a próximas edições? O CEO da Novabase garante que o evento continuará, no futuro, já que o impacto tem sido positivo para ambas as partes. “É uma situação win-win.”

Hugo Faria, responsável por Brand Ignition da Novabse, partilha da mesma perspetiva e acrescenta que “muitas vezes, as pessoas têm boas ideias mas não estão rodeadas de profissionais ou do ecossistema que os ajuda a desenvolver essas ideias”. Durante as 24 horas deste evento, as equipas puderam, simplesmente, desenvolver as ideias livremente, sem restrições técnicas sendo que os participantes não precisavam de ter, por exemplo, conhecimentos de código.

No entanto, e porque esse tipo de ferramentas é uma mais valia, foram acontecendo formações nesse sentido ao longo da maratona.

No final da maratona, esta edição contou com a atribuição de três prémios, ao contrário do que aconteceu no último ano, para que mais projetos pudessem ter a hipótese de serem desenvolvidos, posteriormente. De entre mais de 60 projetos, os Ninjas Financeiros foram os escolhidos para figurarem no primeiro lugar com a aplicação NinjaMoney e um prémio repartido entre um valor monetário e a oferta de consultoria por parte da Novabase.

Hugo Faria explica, por isso, que não são investidores. O papel da Novabase passa por preparar os participantes para que possam crescer nos seus projetos e, ao mesmo tempo, perceber se existem talentos que possam ser aproveitados pela Novabase.


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