NOS e CIP preparam iniciativas de promoção à economia digital

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A operadora NOS assinou uma parceria com CIP – Confederação Empresarial de Portugal para a promoção da economia digital e a utilização das tecnologias de informação e comunicação (TIC) em Portugal.

O protocolo foi assinado pelo CEO da NOS, Miguel Almeida, e o presidente da CIP, António Saraiva. A intenção das organizações é lançar iniciativas concretas, em cooperação, para fomentar a utilização das TIC “como ferramenta de inovação e competitividade.”

Entre os projetos já referidos estão a aquisição de tecnologias NOS pelas empresas associadas da CIP, provavelmente com condições vantajosas – apesar de a operadora não avançar pormenores, “visando a sua modernização e maior eficiência.”

Outros propósitos são a promoção de conhecimento sobre o futuro da Economia Digital, a melhoria da competitividade e redução de custos das empresas e “a identificação de oportunidades de crescimento económico através da utilização das novas tecnologias de informação.”

Miguel Almeida congratulou-se com a parceria, considerando que será muito relevante para a NOS e está em linha com o posicionamento assumido na área da inovação. “Temos agora a possibilidade de desenvolver uma colaboração ainda mais próxima e mais focada junto do tecido empresarial nacional”, referiu na sessão oficial.

“Acreditamos que desta forma será possível consolidar o nosso contributo económico, dar mais às nossas empresas e, acima de tudo, estimular a sua participação no contexto europeu, em particular no que diz respeito à economia digital, que é um cenário incontornável no mercado global, e que se irá concretizar num futuro cada vez mais próximo”, considerou.

Pelo lado da CIP, António Saraiva sublinhou que o papel das tecnologias é fundamental para as empresas, “para que reforcem a sua capacidade e se tornem mais eficientes e competitivas e esta parceria vai criar oportunidades de modernização que os associados da CIP vão poder aproveitar.”

A NOS diz que esta área é uma “decisão estratégica” com dois pontos fundamentais: por um lado, a promoção das TIC no universo empresarial nacional (o que tem o efeito de um benefício direto para si, com o aumento das vendas); por outro, o contributo para a maior presença das empresas portuguesas nos programas europeus da economia digital e do mercado único digital.


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