NOS cresce dois por cento no primeiro trimestre

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As receitas da NOS subiram dois por cento durante o primeiro trimestre do ano, até aos 344,1 milhões de euros. Este crescimento foi impulsionado pelo aumento do número de subscritores de serviços convergentes, pelo fortalecimento das áreas de Audiovisual e Cinema e pelo reforço do negócio das telecomunicações. A operadora NOS revelou que o seu

As receitas da NOS subiram dois por cento durante o primeiro trimestre do ano, até aos 344,1 milhões de euros. Este crescimento foi impulsionado pelo aumento do número de subscritores de serviços convergentes, pelo fortalecimento das áreas de Audiovisual e Cinema e pelo reforço do negócio das telecomunicações.

NOS Miguel Almeida

A operadora NOS revelou que o seu segmento de serviços convergentes de telecomunicações recebeu, durante o primeiro trimestre de 2015, 72,2 mil novos clientes, sendo que 32,2 por cento eram exclusivamente anteriormente subscritores dos seus serviços fixos. Estes novos pacotes de serviços de telecomunicações foram a causa de um aumento de 12 por cento das receitas do segmento residencial da NOS.

O negócio das telecomunicações gerou receitas de 327,7 milhões de euros, traduzindo um crescimento de 1,3 por cento face ao período homólogo de 2014. Nesta área, a base de clientes de serviços móveis aumentou 13,4 por cento, chegando aos 3,730 milhões de subscritores, mais 87,2 milhões do que nos primeiros três meses do ano passado.

Ao nível do EBITDA, a NOS registou uma ligeira melhoria, embora ainda se encontre na zona vermelha. No primeiro trimestre de 2014, os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortizações apontavam para uma taxa de crescimento negativa de 5,9 por cento. No último trimestre do mesmo ano, este valor desceu para os quatro por cento. Mas no período findo dia 31 de março, a NOS observou que a taxa de crescimento encontrava-se nos 1,5 por cento negativos, uma melhoria comparativamente aos outros períodos, atingindo os 127,9 milhões de euros.

A operadora portuguesa, uma das três maiores a operar em Portugal, registou receitas de 8,3 milhões de euros geradas pelo seu negócio de venda de equipamentos, uma subida de 2,1 por cento.

Os resultados líquidos consolidados atingiram os 23,2 milhões de euros neste primeiro trimestre, contra os 25,3 milhões do mesmo período de 2014 e os 12,3 do último trimestre desse mesmo ano.


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