Nos 12 anos do Facebook, Zuckerberg é o quarto mais rico do mundo

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O Facebook foi fundado por Mark Zuckerberg e alguns “amigos” no campus de Harvard há precisamente 12 anos, a 4 de fevereiro de 2004. Este é o motivo pelo qual o feed de notícias está hoje cheio de vídeos “Friends Day.”

“Estamos a celebrar a amizade no 12º aniversário do Facebook, por isso fizemos este vídeo sobre ti e os teus amigos”, diz a aplicação que gera os vídeos. Sendo discutível que o dia de anos do Facebook seja o Dia dos Amigos, a verdade é que a rede social nunca foi tão poderosa: tem 1,04 mil milhões de utilizadores a entrarem todos os dias, e 1,59 mil milhões por mês. Não é difícil perceber porque é que Mark Zuckerberg esta semana ultrapassou o CEO da Amazon, Jeff Bezos, para se tornar na quarta pessoa mais rica do mundo.

Esta foi a melhor prenda do 12º aniversário que o patrão do Facebook podia pedir. Aos 31 anos,  tem uma fortuna de 45,6 mil milhões de euros e uma das plataformas mais influentes do mundo.

O seu sonho, quando lançou a primeira versão da rede social, era emular numa plataforma o gráfico social de cada pessoa – não tanto fazê-las descobrir amizades, mas recriar e expandir as relações existentes na vida real. Hoje, para assinalar a data, a rede revelou que cada utilizador está separado de outro por apenas 3,57 graus – bem menos que os “seis graus de separação” que temos com o resto dos habitantes do mundo.

O aniversário do Facebook foi recebido com agrado pelos utilizadores, a julgar pela quantidade de vídeos “Dia dos Amigos” que surgiram na rede social, mas alguns meios sublinham algo de que se fala há muito: o desperdício de tempo e produtividade que gera. A CNBC fez as contas e concluiu que o Facebook causa perdas de 3,2 biliões de euros, por causa do tempo desperdiçado a ver vídeos de gatinhos e a cutucar estranhos.

Mas pode ser feita a análise oposta: quantas empresas surgiram e lucraram com a exposição no Facebook, quantos negócios foram criados à sua volta, quantas relações se iniciaram na rede. Certo é que, ao contrário do que se vaticinava há alguns anos, a rede social de Mark Zuckerberg continua a crescer – e isso é um feito notável, 12 anos depois.


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