Mobilidade foi tema debatido no Congresso das Comunicações

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A sessão “Gestão de Mobilidade: território e acessibilidade” teve como principal tema de debate o facto de Portugal ter um das mais baixas taxas de aplicações móveis do mundo. Oradores da Microsoft Portugal, Sap Portugal, NSN, Cisco Portugal e Zon Optimus explicaram este problema. João Couto, General Manager da Microsoft Portugal, explica que as baixas

A sessão “Gestão de Mobilidade: território e acessibilidade” teve como principal tema de debate o facto de Portugal ter um das mais baixas taxas de aplicações móveis do mundo. Oradores da Microsoft Portugal, Sap Portugal, NSN, Cisco Portugal e Zon Optimus explicaram este problema.

MobilityJoão Couto, General Manager da Microsoft Portugal, explica que as baixas taxas de aplicações móveis “têm a ver com a penetração dos smartphones. No entanto, é provável que nos próximos dois ou três anos Portugal irá atingir as médias europeias ou até mesmo ultrapassá-las”, revela.

Já o Diretor-Geral da Sap Portugal, Paulo Carvalho, mostrou-se positivo relativamente ao futuro das aplicações móveis no nosso país. “Há uma tendência clara que é o crescimento das tecnologias móveis, que está associado ao crescimento das tecnologias da informação. Só no ano passado as aplicações móveis cresceram muito e nos próximos anos vai crescer mais 12 ou 13 vezes mais”, afirma o Diretor-Geral.

Apesar da visão positiva de Paulo Carvalho, o responsável das áreas de sistemas de informação (IT/IS) da Zon Optimus, Paulo Plácido, dá relevância ao problema das baixas taxas de aplicações móveis em Portugal e explica este problema: “Apesar de haver muitos telemóveis no nosso país, há poucas aplicações móveis. Isto deve-se ao facto da população ser cada vez mais sénior e menos jovem, e essa faixa etária sente-se pouco atraída para as aplicações móveis”.

Paulo Carvalho referiu-se ainda à importância das empresas em implementarem uma estratégia de mobilidade. “Eu acho que em Portugal é muito preocupante que as estratégias de mobilidade ainda não estejam nas agendas de todas as empresas, porque isso é uma questão de competitividade”, diz o Diretor-Geral da Sap Portugal. “Eu espero que as empresas portuguesas avancem rapidamente neste sentido senão vão ter muitas dificuldades em serem competitivas e em sobreviver”, acrescenta.


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