Minnesota passa lei para kill-switch em smartphones

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O estado norte-americano conquistou o primeiro lugar no pódio da legislação tecnológica, depois de ter sancionado uma lei que exige que todos os smartphones vendidos integrem uma ferramenta kill-switch na eventualidade de o aparelho ser roubado ou perdido. Têm sido muitos os políticos que batalham pela aplicação de uma semelhante medida, e no mês passado fico

O estado norte-americano conquistou o primeiro lugar no pódio da legislação tecnológica, depois de ter sancionado uma lei que exige que todos os smartphones vendidos integrem uma ferramenta kill-switch na eventualidade de o aparelho ser roubado ou perdido.

kill switch

Têm sido muitos os políticos que batalham pela aplicação de uma semelhante medida, e no mês passado fico acordado entre fabricante e operadoras que uma funcionalidade de obliteração remota dos dados armazenados nos smartphones seria uma necessidade premente, tendo em conta que um terço dos roubos nos Estados Unidos envolvem um destes dispositivos “inteligentes”.

Contudo, esta foi, com efeito, a primeira vez que uma decisão destas passou a ser lei, estipulando ela assim “que qualquer smartphone fabricado a partir do dia um de julho de 2015, vendido ou comprado no Minnesota terá de estar equipado com uma funcionalidade anti-roubo previamente instalada ou com a capacidade para descarregar tal funcionalidade”, acrescentando que a ferramente deverá estar isenta de qualquer custo.

Acordado entre os fabricantes e operadoras ficou que a funcionalidade terá a capacidade para eliminar remotamente os dados dos smartphones e para o tornar inoperável para todos aqueles que não o utilizador autorizado. Deverá ainda prevenir a sua reativação sem a devida permissão e possibilitar a recuperação dos dados apagados, o que deverá ser conseguido através do armazenamento das informações numa plataforma cloud.

Espera-se que a implementação do kill-switch dissuada eventuais criminosos de roubarem smartphones, isto partindo do princípio que serão inteligentes o suficiente para perceberem as implicações da ferramenta.


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