Microsoft Portugal satisfeita com primeiro trimestre

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O primeiro trimestre de 2014 foi mais favorável do que o ano anterior, disse à “B!T” Patrícia Fernandes, head of public relations, central marketing & communications da Microsoft Portugal. O objetivo é crescer a dois dígitos, sendo que cloud e mobilidade vão continuar a servir de alavanca ao crescimento.  A Microsoft fechou o primeiro trimestre

O primeiro trimestre de 2014 foi mais favorável do que o ano anterior, disse à “B!T” Patrícia Fernandes, head of public relations, central marketing & communications da Microsoft Portugal. O objetivo é crescer a dois dígitos, sendo que cloud e mobilidade vão continuar a servir de alavanca ao crescimento. 

Patricia_Fernandes_Microsoft

A Microsoft fechou o primeiro trimestre do ano calendário de forma mais favorável do que o ano anterior. E em todos os segmentos de mercado, disse à “BIT” Patrícia Fernandes, head of public relations, central marketing & communications da Microsoft Portugal.

A responsável garantiu que os desafios e objetivos eram ambiciosos, até porque se trata de um trimestre particular pois corresponde ao início do ano calendário em que o mercado volta a “aquecer os motores” depois do sprint final a que tipicamente se assiste no fechar do ano, com a pressão de execução dos orçamentos. “Podemos dizer que apesar no normal hiato a que assistimos em janeiro (muito forte no setor público), de um modo geral e mesmo no consumo estamos com uma boa execução e ‘run rate’: não temos verificado deslizes no fecho das renovações de contratos (um sinal que nos alerta para as dificuldades de tesouraria dos nossos clientes) e estamos a verificar um movimento assinalavelmente positivo de clientes a migrar para soluções na cloud”.

Aliás, mobilidade e cloud foram apontadas por Patrícia Fernandes como as áreas que mais alavancaram o negócio. “Temos esperança e confiança que o segundo trimestre do ano seja ainda melhor do que o primeiro.”

O objetivo para 2014 é fazer crescer o negócio, se possível em dois dígitos. “Isso significará que conseguimos impactar positivamente o ecossistema de parceiros, já que a proporcionalidade de faturação Microsoft/parceiros é em Portugal de 1/10.”


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