Microsoft abandona Windows XP

Software

A Microsoft por fim revela que dia oito de abril deixará de dar suporte ao Windows XP. O sistema operativo já conta com mais de dez anos de existência e com um sucesso que em grande escala ultrapassa o das versões que o sucederam, como o Windows 7, o Windows Vista e o Windows 8.

A Microsoft por fim revela que dia oito de abril deixará de dar suporte ao Windows XP. O sistema operativo já conta com mais de dez anos de existência e com um sucesso que em grande escala ultrapassa o das versões que o sucederam, como o Windows 7, o Windows Vista e o Windows 8.

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O SO Windows XP, apesar de estar a pouco mais de dois meses do fim, continua a monopolizar mais de metade do mercado de software e tem mantido esta posição de destaque com uma resiliência inigualável, resistindo ao surgimento de novos sistemas operativos e aos milhões gastos pela empresa na inovação e estratégias de marketing.

Ao Windows XP foi atribuída uma quota de 29,23 por cento para o mês de janeiro, segundo dados da Net Applications, o que reflete uma subida relativamente aos 28,98 por cento de quota registados em dezembro de 2013.

Deve realçar-se ainda que a versão mais recente da plataforma, o Windows 8.1, conseguiu assegurar um incremento da sua posição no sector, apesar de subtil e com relativamente pouco impacto no seu posicionamento.

Como tal, no mês de janeiro de 2014, o Windows 8.1 chegou mesmo a ultrapassar a quota de mercado do SO Windows Vista, atingindo os 3,95 por cento comparativamente aos 3,6 por cento conquistados no mês de dezembro. Por seu lado, o Windows Vista, que até então tinha conseguido uma quota de 3,61 por cento, chegou, em janeiro, aos 3,3 por cento.

Relativamente ao Windows 7, sucedido pelo Vista terminou o mês de janeiro com uma quota de 47,49 por cento, o que resulta numa diminuição ligeira face aos 47,52 por cento conseguidos no mês anterior. No entanto, estes valores excedem bastante os atingidos pelos Windows 8 e 8.1, que no total apenas chegaram aos 10,58 por cento.

É ainda de considerada relevância apontar que um ano depois de ter sido lançado, o Windows 7 já contava com uma quota de 17 por cento, número que o Windows 8, 15 meses após o lançamento, não conseguiu atingir.

A Microsoft vê-se então numa batalha, até agora infrutífera, para tentar atrair os seus consumidores para softwares mais recentes.


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