A maioria das pessoas não sabe programar

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As linguagens de programação são dominadas por uma ínfima percentagem da população. Neste sentido, iniciativas como a CodeAcademy.com oferecem ferramentas para ensinar programação online em qualquer idade. Assim como ainda há, hoje em dia, muitas pessoas que não sabem ler nem escrever, o facto de uma grande percentagem da população mundial não saber programar pode

As linguagens de programação são dominadas por uma ínfima percentagem da população. Neste sentido, iniciativas como a CodeAcademy.com oferecem ferramentas para ensinar programação online em qualquer idade.

webProgrammingInternshipAssim como ainda há, hoje em dia, muitas pessoas que não sabem ler nem escrever, o facto de uma grande percentagem da população mundial não saber programar pode transformar-se , no futuro, em analfabetismo.

Não saber programar é um problema ao qual ainda não se atribui muita importância mas é realmente grave que esta questão não esteja no centro da pauta das políticas educativas.

Tal como o analfabetismo foi tolerado por muito tempo, atualmente ainda se aceita que a maioria da população não tenha conhecimentos sobre programação. No entanto, esta falta de preocupação traz graves consequências.

A maior consequência deste tipo de “analfabetismo” é que o nosso modo de vida atual depende cada vez mais de códigos. Ninguém consegue sequer ter uma opinião sobre se um sistema deve ser feito de uma ou outra forma sem ter o mínimo conhecimento de programação.

Como resposta a este problema, surgem iniciativas como o Code.org. Esta é uma campanha apoiada por Bill Clinton e defende a ideia de que todos os estudantes devem ter a oportunidade de aprender programação já na escola. A CodeAcademy.com é outra iniciativa que oferece ferramentas para ensinar programação online em qualquer idade.

Com estas iniciativas pretende-se que, brevemente, um maior número de pessoas saiba programar. Saber o mínimo de programação é o requisito para que a ideia de democracia se perpetue.


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