Macau recebe 4G e LTE até ao final do ano

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A entidade responsável pela regulação das telecomunicações em Macau anunciou a atribuição de licenciamento relativamente ao 4G a quatro operadoras, decisão que deverá garantir a implementação desta tecnologia até ao final do ano. Enquanto na Europa um dos assuntos do dia, no campo tecnológico, recai sobre o desenvolvimento do 5G e a vontade de tornar

A entidade responsável pela regulação das telecomunicações em Macau anunciou a atribuição de licenciamento relativamente ao 4G a quatro operadoras, decisão que deverá garantir a implementação desta tecnologia até ao final do ano.

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Enquanto na Europa um dos assuntos do dia, no campo tecnológico, recai sobre o desenvolvimento do 5G e a vontade de tornar o continente na potência máxima desta tecnologia, a DSRT, entidade reguladora das comunicações de Macau colocou sob quatro operadoras a responsabilidade de distribuir a quarta geração de comunicações móveis, na região.

O leilão abriu a concurso a possibilidade de tornar algumas empresas as primeiras a implementar o 4G, em Macau, e desempenhar, por isso, um papel fundamental no progresso e inovação do território. Concorreram seis operadoras mas apenas quatro foram escolhidas pela reguladora e a quem foram atribuídas licenças para explorar este segmento.

Companhia de Telecomunicações de Macau, China Telecom, Smartone e Hutchison são as empresas que terão até ao final do ano para assegurar o 4G, gozando de uma licença de operação de redes públicas de telecomunicações de uso público, móveis e terrestres na Região Administrativa Especial de Macau, como refere o comunicado da reguladora.

As regras para a atribuição desta licença implicam que as operadoras escolhidas providenciem cobertura de pelo menos 50 por cento, em 2015, valor que deverá ser sempre superado ao longo dos oito anos de duração do contrato.

De acordo com a DSRT, o objetivo passa por “promover a aplicação de técnicas avançadas de comunicações em Macau, o desenvolvimento do setor das telecomunicações e responder às necessidades dos utilizadores locais e itinerantes sobre os serviços de dados de alta velocidade”. Para atender ao mesmo propósito, a entidade reguladora admite ainda a possibilidade de atribuir mais uma licença a outra operadora, se no período de dois anos se verificar essa necessidade por parte dos utilizadores.


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