LINE e Telegram aproveitam os problemas de WhatsApp

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A compra do WhatsApp por parte do Facebook, produziu uma espécie de debandada por parte de vários milhões de utilizadores para outras aplicações, em especial o Telegram e a LINE. O que contamos está a acontecer e ao que parece Mark Zuckerberg está cada vez mais distante do mundo real. Se bem que o WhatsApp

cintillo-mwc2014A compra do WhatsApp por parte do Facebook, produziu uma espécie de debandada por parte de vários milhões de utilizadores para outras aplicações, em especial o Telegram e a LINE. O que contamos está a acontecer e ao que parece Mark Zuckerberg está cada vez mais distante do mundo real.

650_1000_whatsapp_recordSe bem que o WhatsApp não perdeu de facto utilizadores e as suas contas não foram canceladas, o que aconteceu foi que vários milhões de pessoas decidiram tentar a sua sorte com outras aplicações. O corte do WhatsApp durante várias horas este fim de semana levou a que a  LINE aumentasse em dois milhões o seu número de utilizadores, enquanto que no caso do Telegram foram cinco milhões, valores em nada desagradáveis.

Embora o Telegram tenha albergado novos utilizadores, também teve alguns problemas na medida em que não estava preparada para tantas adesões, mas também para tantos cortes. A LINE aproveitou tudo isto para indicar que não tiveram qualquer problema  e como se pôde comprovar representam a opção mais segura e fiável. Isso sim, esqueceram-se de mencionar já que são a opção com mais ícones, animações e outras histórias.

Ao contrário da LINE, que tem sido mais pontual, desde a compra do WhatsApp que já existem oito milhões de utilizadores novos no Telegram, já que os nebulosos termos de privacidade são um problema que não satisfaz muita gente, bem como o desconhecimento acerca do Facebook fazer uma crescente utilização dos dados que passam pelo WhatsApp.

Mark Zuckerberg, no MWC 2014 assegurou que não está preocupado, e que o seu objetivo é atingir os mil milhões de utilizadores no WhatsApp. Assegura também, que com ele a aplicação vale muito mais que 19 mil milhões de dólares, o que gera muitas dúvidas sobre o que o magnata das redes sociais pretende fazer com tantos utilizadores e os seus respetivos dados.


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