Ler o email de chinelo e na piscina

Negócios

Antero Gama, diretor de marketing da Eticadata, não tem qualquer problema em dizer que é inevitável “mantermo-nos ligados pois o negócio assim o exige. E uma vez que as tecnologias o permitem, essa ligação é imprescindível”. Quando lhe perguntamos se vai ao email e quantas vezes por dia, deu-nos a “rainhas” das respostas: “antes dos

Antero Gama, diretor de marketing da Eticadata, não tem qualquer problema em dizer que é inevitável “mantermo-nos ligados pois o negócio assim o exige. E uma vez que as tecnologias o permitem, essa ligação é imprescindível”.

mmobile férias

Quando lhe perguntamos se vai ao email e quantas vezes por dia, deu-nos a “rainhas” das respostas: “antes dos mergulhos e depois dos mergulhos… A grande diferença é que estamos de chinelos e sem fato nem gravata…” Basicamente, Antero Gama diz aceder ao email “no início do dia, na hora do almoço e no final do dia… Para ir acompanhando o evoluir do negócio”.

O responsável tem acesso a indicadores de negócio durante o seu período de férias já que “o ERP eticadata permite-me o acesso total a todos os indicadores e depois as ferramentas de email, calendários e afins fazem o resto”.

Quanto a agir sobre esses indicadores, “num cenário normal tudo estará a correr sobre rodas pois é uma altura de menor fluxo de trabalho. Mas se existir necessidade para tal é claro que atuamos mesmo estando de férias pois o negócio nunca para e uma vez que estamos implementados em diferentes cantos do globo que nesta altura do ano não estão a gozar férias, obriga-nos a estarmos sempre online”.

Na opinião de Antero Gama, o mercado português acalma um pouco nesta altura, “mas temos áreas de negócio em que esta altura do ano é forte como o caso da hotelaria e restauração pelo que como tal estamos com todas a equipas internas em funcionamento Para além do que referia anteriormente de atuarmos em diferentes países o que nos obriga a estarmos constantemente alertas”.

Quanto à ideia de que a mobilidade veio acabar com o conceito de férias do gestor, o responsável prefere pensar que “a tecnologia veio ajudar, por um lado, mas torna quase impossível desligarmo-nos pois estamos à distância de um clique do nosso negócio”

O portátil fica em “casa”? Sim. “Fica na casa de férias…”


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