Lenovo confirma no MWC a sua aposta em dispositivos móveis

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JD Howard, vice-presidente da Lenovo, deixou claro no Mobile World Congress que o seu negócios de PCs foi já ultrapassado pelo de smartphones e tablets. A Lenovo não deve já ser tida como a herdeira da divisão de PCs da IBM de acordo com o que foi declarado no MWC 2014 por JD Howard, vice-presidente

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JD Howard, vice-presidente da Lenovo, deixou claro no Mobile World Congress que o seu negócios de PCs foi já ultrapassado pelo de smartphones e tablets.

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A Lenovo não deve já ser tida como a herdeira da divisão de PCs da IBM de acordo com o que foi declarado no MWC 2014 por JD Howard, vice-presidente da divisão de Internet Móvel e Digital Home da Lenovo.

Nesse sentido, um dado bastante revelador é que atualmente o negócio de computadores da empresa chinesa foi de 15,3 milhões de unidades, ao passo que o de smartphones e tablets atingiu as 17,3 milhões de unidades comercializadas.

A direção revelou em Barcelona que até agora tem-se centrado mais no mercado emergente da Ásia-Pacífico onde registou bons índices de crescimento, e informou que chegou o momento de apostar em mercados mais maduros.

A empresa assegurou que, num dos mercados mais competitivos do mundo como é o caso do da China, conseguiu superar de 0,1 de quota de mercado para 13,1 por cento em apenas 24 meses.

Assim, Howard comentou que o importante é saber as razões que levaram a esse rápido crescimento e descobrir como podem obter esses mesmo crescimento fora da China.

Para o executivo, um dos três pontos de suporta o futuro da Lenovo é o produto, e nesse segmento devem propor algo diferente e melhor que o resto das marcas, para que os clientes os prefiram aos seus concorrentes.

O segundo ponto é o branding, um campo no qual têm como o exemplo o êxito do seu negócio de PCs que conseguiu passar uma imagem que reflete a qualidade e a durabilidade dos produtos.

Além disso, Howard mencionou as parcerias, procurando parceiros que conheçam os mercados de cada país em que comercializam os seus produtos, e percebeu que gostaria de associar-se a poucas empresas, mas às adequadas, disse à Cnet.

Por fim, no concernente ao futuro da recém-adquirida Motorola, o executivo sublinhou que se a empresa vir que faz sentido reintroduzir a marca de origem norte-americana em mercados onde já não tem presença, é precisamente isso que fará.


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