Landing.jobs lança solução para mercado freelancer e abre escritório no Porto

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A startup portuguesa anunciou as novidades durante a 3º edição do Landing Careers Festival, o evento de carreiras em tecnologia, que decorreu nos dia 2 e 3 de junho no Pavilhão de Portugal, em Lisboa.

O Landing.jobs Freelance é a nova ferramenta que vai permitir aos utilizadores encontrarem soluções mais flexíveis para as suas carreiras na área da tecnologia, através de search & matchmaking, com base nas skills dos profissionais de TI, às ofertas de emprego das empresas. Além disso, terá um suporte burocrático de todo o processo de alocação e facturação.

A Landing.jobs desenvolveu esta nova opção em função de se ter apercebido que havia uma necessidade de adaptar os seus serviços, antes apenas disponível para  posições em full-time, às exigências de alguns dos profissionais de TI. 

“Percebemos que os trabalhos das 9h às 17h estão a desaparecer especialmente nesta área e que a economia freelance continua em expansão a nível mundial, com cada vez mais adeptos desta tendência. Assim, procuramos uma solução para ajudar os profissionais da área que querem encontrar horários mais flexíveis que facilitem as suas vidas e que não se enquadram nos horários de trabalho tradicionais”, afirmou, Pedro Oliveira, co-fundador da Landing.jobs.

As empresas e os profissionais poderão ter acesso à versão beta da solução fazendo um pré-registo neste site.

O segundo anúncio da empresa, durante o festival, foi que depois de Lisboa e Londres, irá abrir escritório no Porto, dentro da UPTEC (Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto). A expansão deve-se ao facto de, cada vez mais as empresas internacionais apostarem em Portugal para estabelecerem os seus pólos de tecnologia, não só em Lisboa, como no norte do país.

“Achamos que o nosso país tem imenso potencial nas áreas de tecnologia e acreditamos que se pode tornar num centro tecnológico mundial de referência. Depois do lançamento da Landing.jobs em Lisboa, queremos descentralizar e desenvolver o talento das comunidades de programadores locais, assim como acompanhar alguns dos nossos clientes que já se encontram no Porto, como a HostelWorld ou a Farfetch e ainda potenciais novos clientes”, acrescentou o executivo.

 


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