Konica Minolta potencia gestão de serviços de impressão

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A empresa Konica Minolta presidiu, esta manhã, uma conferência na qual foi abordado o futuro dos processos de impressão e de cópia, e a sua consequente gestão e aperfeiçoamento. A exposição, segunda da empresa no âmbito da OPS Coach, incidiu sobre as soluções de impressão e todos os seus procedimentos satélite, com especial atenção à

A empresa Konica Minolta presidiu, esta manhã, uma conferência na qual foi abordado o futuro dos processos de impressão e de cópia, e a sua consequente gestão e aperfeiçoamento.

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A exposição, segunda da empresa no âmbito da OPS Coach, incidiu sobre as soluções de impressão e todos os seus procedimentos satélite, com especial atenção à otimização dos serviços de impressão (OPS). A estratégia de aprimoramento destes sistemas pretende ser causa da redução dos custos, tanto relativos a equipamentos como aos consumíveis (tinteiros e papel).

Pedro Monteiro, chefe de Business Development da Konica Minolta Portugal, durante a abertura da sessão, disse que o OPS Coach realiza-se com o intuito de partilhar tendências de mercado, tecnologia, boas práticas para correção das menos satisfatórias e debate de expectativas futuras para o setor tecnológico, nomeadamente o da impressão.

A Konica, num estudo realizado no contexto da gestão documental e de impressão, verificou que se destacavam tendências como o trabalho mobile, a crescente iniciativa Bring Your Own Device, o poder do Big Data e a maior preocupação com a segurança da informação.

Face as estas tendências, a Konica avançou um conjunto de medidas que visam responder de forma adequada às modificações do mercado, sendo elas a impressão através de cloud ou de dispositivos móveis, o desenvolvimento de plataformas mobile cruzadas, a aquisição e gestão de data e de documentos e a implementação de padrões de segurança de excelência.

Gonçalo Caseiro, da Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública (eSPap), reconheceu o valor da adoção de soluções de Otimização dos Serviços de Impressão para a maximização da agilidade dos órgãos do setor público, visto que cada vez mais estas entidades fundamentam os seus sistemas em Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

Caseiro disse ainda, referindo-se ao setor das impressões, que, no futuro, a compra tradicional de equipamentos desta natureza será suplantada por acordos de aluguer de aparelhagem. Nos próximos tempos, não se comprarão aparelhos, mas sim serviços.

Numa segunda intervenção, Pedro Monteiro falou de Gestão dos Serviços de Impressão (MPS), explicando que este processo, surgido em 2006, tem já alguma maturidade no mercado português, mas que ainda tem muito território por explorar . Prevê-se também que a MPS se sobreponha à compra tradicional até 2015.

Na conferência foi revelado que para que as soluções de MPS sejam devidamente integradas nas organizações, é necessário que antes de mais as entidades procedam a uma consultoria dos seus sistemas, para que deste modo possam encontrar as soluções que a elas melhor se adaptem. Posteriormente, proceder-se-á à implementação das referidas medidas, e, então, torna-se imperativo uma gestão devida e eficiente dos serviços.

Responsáveis pelos departamentos administrativos de variadas organizações estão em consonância relativamente aos benefícios da adoção de soluções de MPS, na medida em que possibilitam a redução de custos, uma gestão centralizada, a diminuição do número de equipamentos e o controlo do número de impressões.

Contudo, registam-se algumas resistências à íntegra implementação deste sistema de gestão, entre as quais a hesitação perante o número reduzido de aparelhos de impressão, que, na perspetiva de muitos, é um atentado à comodidade dos trabalhadores.

Por fim, Pedro Monteiro asseverou que, para que a implementação das soluções MPS seja adequadamente executada, tem que ser o topo da pirâmide corporativa a dar o primeiro passo e a abraçar a mudança e a inovação.


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